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Força Tática apreende 20 máquinas caça-níquel em Barra do Garças

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Policiais militares da Força Tática da 29ª Companhia Independente apreenderam, nesta quarta-feira (13.12), 20 máquinas caça-níquel em um bar localizado no bairro Santo Antônio, no município de Barra do Garças (520 km de Cuiabá). Na ação, um idoso, de 65 anos, foi preso suspeito de ser proprietário das máquinas.

Os policiais receberam denúncia anônima sobre várias máquinas que estariam no estabelecimento comercial. Ao chegarem no local, as equipes visualizaram diversos equipamentos embalados em sacos plásticos e papelão. Uma delas aparentava estar em operação.

À PM, o suspeito não soube informar a origem das máquinas, alegando que um caminhão descarregou o material para que ele guardasse, porém não apresentou nota fiscal ou qualquer documento que comprovasse a legalidade dos equipamentos.

O suspeito e as máquinas apreendida foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

No Brasil, a legislação referente aos jogos de azar é regida pelo Decreto-Lei 3.688/1941, conhecido como Lei das Contravenções Penais. Esse decreto proíbe explicitamente a prática de jogos de azar em território nacional, incluindo máquinas caça-níqueis, estabelecendo punições para quem promove, explora ou participa desse tipo de atividade ilegal.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso especializado em golpes digitais contra empresas

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (05.11), a Operação Deceptio para desarticular uma estrutura criminosa voltada à prática de estelionatos digitais e fraudes corporativas contra empresas.

Na operação, são cumpridas seis ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e três de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos na Capital.

As decisões foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias – Polo Cuiabá, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 

A investigação teve início a partir da comunicação de uma tentativa de fraude ocorrida em fevereiro de 2025 contra uma empresa do ramo de construção civil em Cuiabá. Na ocasião, criminosos utilizaram o aplicativo WhatsApp para se passar por um dos sócios da pessoa jurídica e solicitaram uma transferência de valores via Pix.

O prejuízo financeiro contra a empresa foi evitado pela atuação imediata das equipes policiais, que prenderam em flagrante o titular da conta bancária fornecida para o recebimento do dinheiro.

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Com o aprofundamento das diligências e a realização de perícias autorizadas pela Justiça, a Polícia Civil identificou que a ação não se tratava de um fato isolado, mas sim de uma rede organizada de crimes cibernéticos. Alguns investigados confessaram ter vendido o acesso às suas contas bancárias para viabilizar as fraudes.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As análises nos aparelhos apreendidos revelaram a participação direta de outros criminosos na gestão de perfis falsos, no levantamento de dados de setores financeiros de empresas e no direcionamento das abordagens no ambiente digital.

Segundo a DRCI, o grupo chegava a estipular meta de faturamento para os golpes, buscando lesar as vítimas em valores mínimos de R$ 20 mil por crime. As apurações confirmaram a existência de fraudes consumadas contra outras pessoas em diversos estados do país.

O caso continua a ser investigado. 



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