POLÍCIA
Foragido por homicídio em Novo Mundo tem prisão preventiva cumprida no Pará
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Um homem, envolvido em crime de homicídio ocorrido em abril de 2024 no município de Novo Mundo, teve o mandado de prisão cumprido, no sábado (2.2), após ser identificado como autor dos fatos em investigações conduzidas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Guarantã do Norte.
O suspeito, de 24 anos, estava com o mandado de prisão preventiva decretado pela Vara Única de Guarantã do Norte e foi localizado na cidade de Monte Alegre, no Pará, onde teve a ordem judicial cumprida.
O crime ocorreu no dia 20 de abril de 2024, em um bar no Assentamento Conquista, na zona rural de Novo Mundo. No local, as equipes policiais encontraram as vítimas Cedir Rodrigues da Silva e Claudinei Martelo, de 50 e 40 anos, caídas ao solo, já em óbito em razão de disparos de arma de fogo.
As informações iniciais apontavam que as vítimas tinham uma rixa antiga e, em determinado momento, ocorreu uma discussão entre elas seguida de uma briga generalizada no estabelecimento, que resultou na morte dos dois envolvidos.
Com avanço das investigações, a Polícia Civil conseguiu esclarecer o crime identificando que a vítima Cedir Rodrigues foi a primeira a ser atingida pelos disparos de arma de fogo, sendo assassinada pela vítima Claudinei.
Na sequência, outras três pessoas que estavam no bar se juntaram e mataram Claudinei como vingança pela morte de Cedir. A Polícia Civil identificou os três envolvidos no homicídio e representou pelos mandados de prisão dos suspeitos.
O mandado contra um dos suspeitos foi cumprido na época dos fatos. O preso neste sábado foi localizado durante abordagem na cidade de Monte Alegre, no Pará, ocasião em que também teve o mandado de prisão cumprido. As investigações seguem em andamento para dar cumprimento à ordem de prisão contra o terceiro envolvido, que segue foragido da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).
Investigações
As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.
No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.
Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.
As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.
Descapitalização financeira
As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.
As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.
As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.
A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.
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