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Criminoso que liderava quadrilha de roubo de cargas em Sinop é preso pela Polícia Civil no interior de MS

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O líder de uma quadrilha especializada no roubo de cargas na região de Sinop foi preso nesta quinta-feira (28.04), em Mato Grosso do Sul, em uma ação conjunta da Polícia Civil de Mato Grosso e Polícia Rodoviária Federal do estado vizinho.

O criminoso de 28 anos foi investigado na Operação Carga Pesada, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Sinop, deflagrada no ano passado. A investigação identificou os integrantes e líderes da quadrilha que agia no roubo contra caminhoneiros da região, eusando de violência levavam para roubar veículos que transportavam cargas, principalmente, de soja e milho.

A apuração da Derf identificou ainda que o criminoso, localizado na cidade de Jaraguari (MS), era o responsável pelo planejamento e financiamento das ações criminosas. No momento da abordagem nesta quarta-feira, ele usou um nome falso tentando enganar as forças policiais.

Contra ele havia dois mandados de prisão em aberto pelos crimes de roubo e associação criminosa.

Inquérito e prisões

A investigação da Derf de Sinop e Gerência de Combate ao Crime Organizado apurou roubos a cargas de milho e soja ocorridos na região norte e prendeu, até o mês de fevereiro deste ano, cinco integrantes do bando.

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A Delegacia Especializada montou uma força-tarefa a fim de reunir informações que possibilitaram a identificação da quadrilha envolvida. A equipe de investigadores policial analisou diversas informações coletadas nas diligências e identificou os responsáveis pela ação e também por planejar e financiar os crimes.

As investigações, iniciadas em outubro do ano passado, reuniu coleta de imagens, reconhecimento fotográfico, oitivas, relatórios e representações judiciais, para identificar os envolvidos que usavam de extrema violência contra suas vítimas, caminhoneiros, para efetuarem o roubo de milho e soja transportados pelos profissionais.

Foram decretadas seis prisões preventivas e três mandados de busca e apreensão domiciliar. Cinco alvos da quadrilha foram presos e estava foragido até esta quinta-feira.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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