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Cavalaria da Polícia Militar detém oito pessoas por tráfico de drogas

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Oito pessoas foram detidas na noite desta quinta-feira (27.3), por equipes do 1º Esquadrão Independente de Policiamento Montado (EIPMON), da Polícia Militar, durante abordagens nos municípios de Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. Entre os suspeitos, estão três menores de idade. Nas ações, foram apreendidas 79 porções de entorpecentes entre maconha e pasta base de cocaína.

Em Nova Mutum, as equipes realizaram abordagem em dois homens em uma motocicleta. O piloto tentou fugir em alta velocidade, mas foram detidos em seguida. As equipes flagraram com eles uma porção de maconha.

Os suspeitos confessaram que são responsáveis pela comercialização de drogas na região. Eles ainda revelaram que, em suas residências, haviam mais ilícitos. Nos respectivos endereços, foram recolhidos 11 porções de maconha e nove de cocaína.

Já na região central do município, os policiais militares da Cavalaria abordaram um homem com uma porção de maconha. À PM, ele confessou que vende entorpecentes na modalidade delivery.

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Além disso, o suspeito também revelou a localização de uma comparsa na atividade ilícita. Nas abordagens, foram apreendidas 10 porções de maconha. Todos os suspeitos e os ilícitos apreendidos foram encaminhados à delegacia.

Em Lucas do Rio Verde

As equipes do 1º EIPMon realizavam rondas pelo bairro Amazonas 3, quando se depararam com um adolescente e um jovem, de 15 e 21 anos respectivamente, em atitude suspeita. Com a aproximação dos policias, eles tentaram dispensar um sacola em um terreno baldio.

As equipes da Cavalaria recolheram seis porções de maconha e dois aparelhos celulares com eles. Ambos foram detidos e levados à delegacia do município para registro do boletim de ocorrência.

Em seguida, os policiais militares, durante patrulhamento tático na região do Ginásio Municipal, abordaram dois adolescentes de 15 e 17 anos. Os menores foram flagrados com 15 porções de maconha, 27 porções de cocaína e uma balança de precisão. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência para demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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