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Casal foragido da Justiça é localizado e preso pela Polícia Civil

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Mais dos foragidos da Justiça deste a Operação “Chuva de Pedra”, deflagrada pela Polícia Civil em Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá), foram presos pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O suspeito de 36 e a mulher de 25 anos, são investigados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ambos estavam com os mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça, e foram presos na tarde de sexta-feira (23.06).

A equipe da Derf de Nova Mutum realizava diligências, quando em via pública avistou um carro VW Gol de cor cinza, realizando manobra perigosa sem dar sinalização para fazer a conversão em um retorno, e desrespeitando a sinalização de preferencial.

Diante dos fatos os policiais civis abordaram o veículo, e constataram que o motorista do automóvel era o procurado com mandado de prisão expedido pela 3ª Vara da Comarca local.

Na companhia do condutor, como passageira, estava a companheira do suspeito, também investigada por envolvimentos nos crimes e com a ordem de prisão em aberta.

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O casal foi encaminhado até a delegacia, onde foi verificado que o conduzido não possui carteira nacional de habilitação (CNH), bem como os ocupantes do VW Gol não faziam uso do cinto de segurança, além de desrespeitar a sinalização de trânsito.

Em seguida foi dado cumprimento aos mandados de prisões, e os dois presos foram apresentados e colocados à disposição do Poder Judiciário.

A operação Chuva de Pedra foi deflagrada no dia 18 de maio de 2023, visando desarticular indivíduos atuante nos crimes de tráfico e associação ao tráfico de drogas. Ao todo já totaliza 26 prisões cumpridas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil desarticula esquema de desvio de combustíveis em concessionária que administra rodovias

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (4.11), a Operação Rota Paralela, destinada a investigar um suposto esquema criminoso de desvio de combustíveis envolvendo funcionários e terceiros vinculados às atividades de uma concessionária responsável pela administração de rodovias estaduais.

Na operação, são cumpridas 23 ordens judiciais, sendo sete mandados de busca e apreensão, seis medidas cautelares diversas da prisão, seis ordens de bloqueio de ativos financeiros e quatro restrições judiciais de veículos, decretadas pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

A Justiça também autorizou o sequestro e arresto de bens e valores até o limite global de R$ 2.796.942,48, além do acesso aos dados armazenados em dispositivos eletrônicos eventualmente apreendidos.

Os mandados são cumpridos nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Colíder e Alto Taquari. O cumprimento das ordens judiciais contra com apoio de equipes das Delegacias de Alto Araguaia e Colíder. 

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 

O esquema

As investigações, conduzidas pela Deccor, iniciaram após a concessionária  identificar possíveis irregularidades na utilização de cartões corporativos destinados exclusivamente ao abastecimento de veículos e equipamentos utilizados na conservação e manutenção de rodovias estaduais.

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Segundo os elementos apurados, o esquema consistia na utilização indevida desses cartões para registrar abastecimentos fictícios ou incompatíveis com as atividades da concessionária, possibilitando o desvio de combustíveis e a geração de créditos em estabelecimentos comerciais.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 

As investigações apontam que os responsáveis pelo gerenciamento dos cartões corporativos teriam se valido de suas funções para viabilizar operações irregulares, com a possível participação de outros envolvidos na destinação dos combustíveis.

A análise de 26.113 transações de abastecimento, realizadas entre janeiro de 2024 e julho de 2025, identificou 6.520 operações suspeitas, que totalizam aproximadamente R$ 2,8 milhões.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 

Entre as irregularidades constatadas estão abastecimentos realizados durante a madrugada, operações sucessivas em intervalos incompatíveis com a capacidade dos veículos e utilização de cartões vinculados a equipamentos que não justificariam os volumes registrados.

Com base nos elementos apurados, foi representado pelas ordens judiciais que foram decretadas pelo Poder Judiciário. As medidas judiciais têm como objetivo aprofundar a apuração, identificar a participação individual dos investigados, preservar elementos de prova e possibilitar a recuperação dos valores supostamente desviados.

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