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Casal envolvido em furto em boutique de roupas no Pará é preso pela Polícia Civil em Confresa

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Um casal envolvido no furto de roupas e acessórios femininos em um estabelecimento comercial no município de Santana do Araguaia (PA) foi identificado pela Polícia Civil de Mato Grosso, em ação realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), após troca de informações com as equipes do Polícias Civil e Militar do estado do Pará.

O homem de 36 anos e a mulher de 33 foram surpreendidos em posse de diversas mercadorias furtadas do estabelcimento e que estavam sendo comercializadas por meio de uma rede social da internet. 

O furto na boutique de roupas localizada na região central de Santana do Araguaia (PA) ocorreu na madrugada de quarta-feira (18), quando o casal abriu a porta de vidro da loja e subtraiu diversos itens entre roupas, sapatos, bolsas, perfumes e bijuterias do estabelecimento.

Nas investigações conduzidas pela Polícia Civil do Pará, foi possível identificar que os suspeitos estavam em um veículo Corsa e que produtos furtados da loja estavam sendo comercializados em um grupo de compra e venda da cidade de Confresa.

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Com base nas informações, as equipes policiais do estado do Pará entraram em contato com a Derf de Confresa, que imediatamente iniciou as diligências para localizar os envolvidos e recuperar a mercadoria furtada.

Nas investigações, os policiais conseguiram chegar ao endereço dos suspeitos, onde foram encontrados diversos itens subtraídos da boutique, entre roupas, sapatos, bolsas, perfumes e acessórios. Questionado, o casal confessou a autoria do furto.

Todo material encontrado com o casal foi apreendido e os suspeitos foram conduzidos à Derf de Confresa, onde foram interrogados pelo delegado da Derf de Confresa, Higo Rafael Ferreira, e responderão pelo crime de furto qualificado em inquérito policial instaurado pela Polícia Civil do Pará. Duas jovens que foram até o local após ver o anúncio dos produtos na rede social também foram conduzidas à delegacia como testemunhas.

“A identificação rápida do casal e recuperação dos bens graças a troca de informações da equipe da Delegacia de Santana do Araguaia com a Derf de Confresa. Por meio das redes sociais  em que os suspeitos anunciaram os produtos conseguimos chegar ao local onde eles estavam comercializando os itens furtados”, ressaltou o delegado. 

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Fonte: PJC MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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