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Capitães da Polícia Militar concluem cursos de aperfeiçoamento e gestão de segurança pública

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Academia Costa Verde (APMCV), concluiu a formação de capitães no 13º Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) e Curso de Aperfeiçoamento de Gestão de Segurança Pública (CGSP), na noite desta quinta-feira (28.04). A solenidade foi realizada no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá.

Ao todo, 57 capitães receberam seus diplomas de aperfeiçoamento, sendo a grande maioria da Polícia Militar de Mato Grosso, além de dois oficiais do Estado do Paraná e um do Estado da Paraíba.

A solenidade foi presidida pelo comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Correa Mendes, que fez um agradecimento especial aos professores que participaram da formação dos oficiais, destacando a importância do trabalho desempenhado pelos docentes.

O coronel Mendes ainda parabenizou todos os capitães que concluíram os cursos de aperfeiçoamento e afirmou que os conhecimentos adquiridos na formação possam ser repassados para toda a Polícia Militar.

O comandante da Academia de Polícia Militar Costa Verde (APMCV), tenente-coronel Anderson Luiz do Prado, destacou a importância da formação dos oficiais. “Aqui, vocês se tornam herdeiros da valorosa Academia Costa Verde, referência em ensino acadêmico técnico profissional. Esse não é o fim, mas sim o singelo meio de vossas carreiras, sempre construída com muito suor e abnegação”, concluiu o tenente-coronel.

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O evento contou com homenagens aos docentes do curso e ao alto comando da PMMT, além do descerramento da placa da turma. Ainda na solenidade, todos os alunos formandos subiram ao palco para receberem seus diplomas dos cursos.

Também participaram do evento a comandante-geral adjunta da PMMT, coronel Francyanne Siqueira Chaves; o subchefe do Estado Maior Geral da PMMT, coronel Wilker Soares Sodré; o comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip), coronel Januário Batista; comandante do Comando Especializado da PM, coronel Paulo César da Silva; entre outras autoridades militares e civis.

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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