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Autor de estupro é preso em flagrante pela Polícia Civil horas após cometer crime

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O autor de um crime de estupro foi preso em flagrante na segunda-feira (10.10), em Juína, na região noroeste de Mato Grosso, após a equipe da Delegacia da Polícia Civil realizar diligências contínuas a fim de localizá-lo.

O crime ocorreu na noite do último domingo, em Juína, quando a vítima, de 35 anos, foi atacada pelo suspeito. Ela relatou que estava em uma confraternização, quando decidiu ir embora e uma amiga da vítima pediu que um rapaz que estava na residência a levasse embora.

Entretanto, durante o trajeto para a casa da vítima, quando estavam no bairro Setor Industrial, o suspeito entrou com a motocicleta em um terreno baldio, sacou um canivete e a ameaçou, praticando o crime sexual e fugindo em seguida.

Assim que a equipe da delegacia foi notificada do crime, os investigadores realizaram diligências para localizar o autor do crime, que tem deficiência de fala. Com base nas características passadas pela vítima, os policiais chegaram à identificação do suspeito.

A equipe de investigação foi à casa do suspeito, mas foi informada pela mãe que ele havia saído. Os investigadores continuaram a busca pela cidade durante a madrugada, em endereços que ele costuma frequentar. e por volta das 15h, retornaram à residência, quando

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Na manhã de segunda-feira, a equipe policial retornou próximo à residência, quando ouviu a mãe dele discutindo com alguém e o localizaram dentro da casa. Ele foi conduzido à delegacia, autuado em flagrante pelo crime de estupro e depois encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Juína.

Fonte: PJC MT

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Ex-secretária e empresários são alvos de investigação sobre contratos públicos em Livramento

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na última quinta-feira (15), a Operação Legado para desarticular o núcleo financeiro de um esquema criminoso que causou prejuízos ao município de Nossa Senhora do Livramento.

Na operação, são cumpridas 30 ordens judiciais expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

Uma pessoa jurídica e cinco pessoas físicas são alvos dos mandados. Entre elas, estão uma ex-secretária municipal, empresários, pessoas apontadas como laranjas e uma empresa utilizada para a operação financeira do esquema. O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio de aproximadamente 30 policiais das delegacias da Diretoria de Atividades Especiais da Polícia Civil.

A operação é um desdobramento da Operação Liberatio, deflagrada em 2024 pelo Núcleo de Ação de Competência Originária, do Ministério Público de Mato Grosso (NACO/MP-MT), que, na ocasião, teve como alvos o então prefeito e alguns secretários.

Em continuidade aos trabalhos, foi instaurada uma investigação na Deccor para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro associada aos crimes de peculato, corrupção passiva e organização criminosa, na gestão municipal anterior.

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Os trabalhos buscam apurar o caminho percorrido pelo dinheiro que teria sido desviado de dois contratos firmados, à época, pela Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento: um deles com um posto de combustíveis, cujo objeto era o abastecimento da frota de veículos oficiais da cidade; e outro com uma construtora responsável pela reforma de pontes de madeira em Nossa Senhora do Livramento.

No período investigado, foram constatadas movimentações de mais de R$ 90 milhões nas contas bancárias dos alvos, incluindo as de uma pessoa que já havia falecido à época das operações financeiras.

Essa pessoa era mãe do proprietário do posto de combustíveis e também avó da proprietária da empresa de construção civil que teria sido beneficiada, de forma atípica, com valores provenientes do posto de combustíveis.

Ordens judiciais

Com base nas investigações, foi solicitada a expedição de mandados contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as apurações, arrecadar novos elementos de prova e identificar outros possíveis envolvidos.

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Entre as ordens judiciais estão sete mandados de busca e apreensão e seis ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis.

Há também uma ordem de proibição de licitar e contratar com o Poder Público, especialmente com o município de Nossa Senhora do Livramento, direcionada à empresa investigada nesta fase.

Foi determinado o bloqueio inicial de R$ 15,8 milhões nas contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de dois veículos, uma motocicleta e um caminhão.

Além disso, foi determinada a expedição de ordens às instituições financeiras com as quais a pessoa falecida mantinha relacionamento, para que impeçam a reativação ou a utilização indevida da conta por terceiros, inclusive por pessoas que detenham poderes de representação.

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