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Alvo da Operação Olho Grande é preso pela Polícia Civil no Pará

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Mais um alvo da Operação Olho Grande, deflagrada com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil nesta segunda-feira (24.3), após ser localizado em uma cidade no Estado do Pará.

A prisão de W.P.C., que estava foragido da Justiça, ocorreu em ação integrada do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Vila Rica e Derf de Confresa com as equipes da Polícia Militar, da Delegacia de Conceição do Araguaia (PA) e Núcleo de Inteligência Policial do Pará.

A operação foi deflagrada no dia 11 de março. O objetivo é desarticular um grupo criminoso que planejava executar um roubo a um estabelecimento comercial localizado na área central de Confresa. As investigações apontaram que o crime teria sido encomendado por um empresário, que é proprietário de outro estabelecimento do mesmo ramo de atuação, e que também fica localizado no município.

Com base nas investigações, foram expedidas nove ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão, em desfavor dos assaltantes, bem como dos empresários apontados como mandantes da ação criminosa que planejavam dar sequência no roubo.

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Os mandados, expedidos pela Comarca de Porto Alegre do Norte, foram cumpridos nas cidades de Confresa, Barra do Garças, Santa Terezinha e no Distrito de Santo Antônio da Fontoura. Três dos alvos estavam foragidos, sendo o procurado W.P.C. localizado nesta segunda-feira (24), na cidade de Conceição do Araguaia (PA), onde teve o mandado de prisão cumprido.

As diligências da operação seguem em andamento para prender outros dois alvos que continuam foragidos.

Olho Grande

O nome da operação, “Olho Grande”, foi escolhido pelo fato da ação criminosa ter sido motivada por inveja, cobiça, ganância, ambição, avidez e desejo.

O resultado esperado com a ação dos suspeitos era prejuízo financeiro e, principalmente, a execução de um dos proprietários do estabelecimento. Com isso, o empresário mandante iria se beneficiar do prejuízo causado e dominar o mercado do ramo na cidade de Confresa e região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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