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Ação integrada prende 4 pessoas por golpe pela internet contra vítima mato-grossense

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Quatro pessoas envolvidas em golpes pela internet, foram presas na terça-feira (23.01), no Estado de Goiás, após investigação da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Porto Alegre do Norte (1.125 km a nordeste de Cuiabá).

A ação contou com apoio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais, equipe de Repressão a Estelionatos e outras Fraudes (GREF/DEIC), da Polícia Civil de Goiás, responsável pelas prisões nas cidades de Goiânia e Aparecida de Goiânia.

Os suspeitos, sendo dois homens e duas mulheres, foram autuados em flagrante por estelionato e associação criminosa, após cometerem o crime contra uma vítima do município de Porto Alegre do Norte.

Golpe

Na noite de sexta-feira (19), a vítima procurou a Delegacia de Porto Alegre do Norte, após cair no golpe conhecido como “novo número”, e depositar na conta de um indivíduo residente em Goiânia, o valor de R$ 5 mil.

Ainda conforme narrado pela vítima, o golpista continuava fazendo contato e solicitando novos depósitos, fato este que continuou até a segunda-feira (22).

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Imediatamente os policiais civis mato-grossenses passaram a apurar as informações, identificaram os suspeitos, e com apoio da Polícia Civil de Goiás foi possível efetuar a prisão do primeiro indivíduo.

Em seguida através de sistemas de inteligência, foram identificados outros três participantes do golpe, que “alugaram” as respectivas contas bancárias para fins criminosos, pelo valor de R$ 250.

Flagrante

Depois de serem surpreendidos nos municípios de Goiânia e Aparecida de Goiânia, os quatro foram encaminhados para esclarecimentos. Os conduzidos foram interrogados e autuados pelos crimes de estelionato e associação criminosa.

Após a confecção dos autos, os presos foram apresentados ao Poder Judiciário, ocasião em que tiveram as prisões preventivas decretadas, sendo posteriormente colocados à disposição do Sistema Prisional goiano.

O delegado de Porto Alegre do Norte, Denis Cardoso, agradeceu o rápido apoio da Polícia Civil de Goiás, e destacou a importância da integração das Polícias Judiciárias no combate aos ilícitos penais em todo o Brasil.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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