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Verde Novo promove plantio de árvores em parque de Cuiabá com apoio de alunos de escolas públicas

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O Parque da Nascente, localizado no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, ficou mais arborizado nesta sexta-feira (7 de outubro) com a iniciativa do Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Pelas mãos de alunos da Escola Municipal Jescelino Reiners, do bairro Planalto, e da Escola Estadual Benedito de Carvalho, do bairro CPA II, o parque recebeu o plantio de 600 novas mudas de árvores nativas e frutíferas que irão trazer diversos benefícios à comunidade.
 
Gleiciane Martins, diretora da Escola Benedito de Carvalho, afirmou que foi “um momento único na vida deles. Eles são alunos da região, frequentam o parque e muitas vezes passa despercebido. Eles vão saber que aqui eles plantaram uma semente que ficará por muitos e muitos anos”.
 
Os estudantes plantaram mudas de cambará, sangra d’água, genipapo, aroeira, chico magro, ipês, louro preto, pau rosa, pau ferro, pitomba, calabura, ingazinho, açaí, siputá, goiaba, manga e caju.
 
Estudante do 6º ano, Alice Ferrari já plantou várias árvores na chácara do avô. Para ela, a ação “foi boa, gostei, foi legal colocar a mão na terra, sentir o ar fresco, todos juntos”.
 
Para a estudante Maria Eduarda, do 9º ano, essa foi a primeira vez que viveu a experiência de plantar uma árvore. “Eu nunca tinha feito isso na minha vida, colocar a mão na terra, ter contato com a natureza, respirar um pouco de ar puro. Todos nós gostamos. Na minha casa tem um quintal grande e só duas árvores. Pretendo plantar mais”, afirma.
 
A experiência que vai ficar registrada na memória e no parque faz parte das ações contínuas do Projeto Verde Novo, cujo objetivo é mobilizar a sociedade em prol do plantio e manutenção de árvores na capital.
 
Verde Novo – Um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juvam de Cuiabá, desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde e patrocinado pelo Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O projeto Verde Novo também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa, na divulgação.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: fotografia horizontal colorida de três crianças agachadas em torno de um berço plantando uma muda de árvore. Ao fundo há um grande gramado, com outras crianças e adolescentes uniformizados plantando também.
Segunda imagem: fotografia horizontal colorida da diretora Gleiciane concedendo entrevista para a TV.JUS. Ela está em pé no meio do gramado onde os alunos fazem o plantio, olha para a câmera de frente e fala diante de um microfone. Ela tem cabelos com mechas loiras, preso e veste blusa preta.
Terceira imagem: foto horizontal colorida da estudante Maria Eduarda concedendo entrevista para a TV.JUS falando diante de um microfone, com o corpo inclinado para a direita. Ela tem cabelos cacheados presos em um coque, veste uniforme da escola azul e um casaco com estampa de oncinha preto e rosa.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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