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Verde Novo colabora com arborização da nova Orla do Porto

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Um novo cartão postal foi entregue à população cuiabana nesta quinta-feira (3 de novembro), a Orla do Porto II, com atrativos de turismo, esporte, lazer e meio ambiente – área em que o Poder Judiciário de Mato Grosso colaborou, por meio do Projeto Verde Novo.
 
Nesta quinta, foram plantadas 200 mudas de árvores nativas na Área de Preservação Permanente (APP) nas margens do Rio Cuiabá, dentre elas espécies como ipê branco, ipê rosa, ipê roxo, paineira, cumbaru, cedro rosa e jenipapo.
 
No entanto, ao longo do mês, o Projeto Verde Novo vai arborizar o local com 2 mil novas árvores.
 
“Fizemos o replantio das árvores que foram cortadas devido a várias ações antrópicas nessa margem do rio. Trouxemos as mudas de espécies nativas para fazer essa recomposição para que venham regenerar e trazer novamente a área natural que precisamos aqui no Rio Cuiabá”, explica a engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba.
 
A engenheira destaca que os benefícios das novas árvores para a região giram em torno da fauna que passará a se abrigar no local, com animais mamíferos, pássaros e outras aves que as utilizam como abrigo e alimento, além da contribuição para evitar a erosão do solo e o desmatamento.
 
Responsável pelo departamento de arborização da Prefeitura de Cuiabá, Abel Nascimento afirma que o déficit arbóreo da capital é de 3 milhões de árvores, com diversos pontos da cidade degradados. “A área de preservação permanente do Rio Cuiabá está totalmente degradada. É preciso fazer um plano de recuperação emergencial nessa APP, que comporta toda uma biodiversidade. Essa parceria com o TJMT, Juvam e Ação Verde é magnífica. Esses órgãos juntos fazem a diferença na questão do plantio urbano”, ressalta.
 
A Orla do Porto II conta com mais de 600 metros de extensão, equipados com pista de caminhada, academia ao ar livre, ciclovia, arborização e vagas de estacionamento.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: fotografia horizontal colorida de um servidor da prefeitura mexendo nas mudas, que estão enfileiradas no chão. Ele veste camisa amarela e calça verde e usa boné de proteção para o sol. Está em uma região de mata, ao lado de um barranco e abaixo de uma grade cinza.
Segunda imagem: fotografia horizontal colorida de Abel e Rosiani fazendo o plantio de uma muda na APP do Rio Cuiabá. Eles estão agachados e retiram o plástico de proteção da muda para plantá-la no berço. Ao redor deles há mato e árvores.
 
Mylena Petrucelli/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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CCJR derruba veto ao projeto de Diego Guimarães que proíbe Energisa de protestar contas de luz antes de 90 dias

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) derrubou, nesta terça-feira (20), o veto integral do Governo do Estado ao Projeto de Lei 67/2025 , de autoria do deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos). A proposta impede que a Energisa encaminhe contas de energia em atraso para protesto em cartório antes de 90 dias de inadimplência.

A sessão foi presidida pelo próprio autor da proposta. Com o apoio dos deputados Julio Campos (União Brasil) e Chico Guarnieri (PSDB), a comissão formou maioria pela rejeição do veto, contrariando o parecer do deputado Dilmar Dal Bosco (União), favorável à manutenção da decisão do Executivo.

Durante a discussão, Diego Guimarães argumentou que o protesto antecipado impõe custos desproporcionais aos consumidores, que precisam arcar não apenas com a dívida, os juros e as multas, mas também com as taxas cartoriais para regularizar a situação.

“Um dos maiores problemas que temos enfrentado com o consumidor mato-grossense é a questão desses protestos em tempos exíguos que estão acontecendo com a concessionária de energia elétrica. O cidadão deve 150 ou 200 reais, não fica nem 30 dias devendo e, quando vai atrás, já está com o nome protestado”, afirmou o deputado.

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O parlamentar ressaltou que a proposta não impede a concessionária de utilizar outros mecanismos legais de cobrança, como a negativação nos órgãos de proteção ao crédito e a suspensão do fornecimento de energia, conforme as regras aplicáveis.

O Governo do Estado havia vetado integralmente o projeto sob a justificativa de inconstitucionalidade, alegando que a matéria interferiria nas regras de concessão do serviço de energia elétrica. Diego rebateu o argumento e defendeu a competência da Assembleia Legislativa para tratar da proteção dos consumidores.

“Respeitando o veto que foi exarado, não estamos legislando sobre concessão, estamos legislando sobre direito do consumidor. E é competência, sim, dessa Assembleia Legislativa legislar sobre o direito do consumidor”, argumentou.

Com a decisão da CCJR, o veto segue para apreciação do plenário da Assembleia Legislativa. A derrubada definitiva depende da confirmação da maioria dos deputados estaduais, etapa necessária para que o projeto avance e estabeleça o prazo mínimo de 90 dias para o protesto de contas de energia em Mato Grosso.



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