SAÚDE EM NÚMEROS
VÁRZEA GRANDE ATENDEU 13.378 PESSOAS EM QUATRO DIAS E MONITORA ONLINE UNIDADES DE SAÚDE
MATO GROSSO
Com todas as unidades de saúde municipal de Várzea Grande com acompanhamento online sendo fiscalizada pelo prefeito Kalil Baracat e pelo secretário Gonçalo Barros e estando abastecidas de medicamentos e insumos para atendimento aos pacientes, Várzea Grande se destaca todos os dias pelo crescente volume na prestação de serviços médicos atendimentos realizados tanto em pacientes de Várzea Grande como de outras cidades de Mato Grosso e até mesmo de outros países vizinhos do Brasil e próximos daqui.
Em quatro dias de atendimento passaram pelas unidades de saúde, principalmente as UPAS IPASE e Cristo Rei, 13.378 pessoas atendidas, sendo 12.656 que se declararam residentes em Várzea Grande, 466 em Cuiabá e 256 em outras cidades.
Estes números colocam por terra, segundo o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, algumas teses defendidas em mídias sociais de que a Saúde da cidade também deveria sofrer intervenção como ocorrido em Cuiabá.

Segundo o secretário, a saúde municipal da segunda maior cidade de Mato Grosso, diferente do pregado por interesse escusos, funciona e atende a população e até suportou picos de crises nos atendimentos decorrentes da pandemia da COVID 19 entre 2020, 2021 e 2022 e vem se mantendo em alta e crescente em 2023.
Gonçalo Barros rechaçou insinuações, que apontariam para uma situação idêntica à de Cuiabá nos atendimentos das unidades de Saúde de Várzea Grande.
“São casos distintos, em que pese, a Saúde de Cuiabá, sob intervenção já apresentar resultados positivos, tanto que a média de atendimentos nas unidades de Várzea Grande de moradores de Cuiabá que oscilava entre 700 até 1,2 mil pacientes/dia, hoje fica em torno de 450 até 680 pacientes levando em consideração as quatro unidades de saúde 24 horas de nossa cidade, o Hospital Pronto Socorro Municipal, as UPAs IPASE e Cristo Rei e a Maternidade Municipal Dr. Francisco Lustosa de Figueiredo que desde maio de 2021 até agora já foi responsável por mais de 3 mil nascimentos”, explicou o titular da pasta de Saúde de Várzea Grande.
O titular da pasta da Saúde frisou, no entanto, que pacientes em busca de atendimento tem omitido a realidade de seus endereços residenciais. “É muito como para profissionais da saúde médicos ou enfermeiros e técnicos reconhecerem o atendimento de pacientes de outras cidades que não Várzea Grande”, disparou.
Gonçalo Barros frisou ainda que a intervenção na Saúde de Cuiabá foi em decorrência de uma série de problemas administrativos, financeiros e de atendimento e foi recomendada pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso – TCE/MT, atendendo pedido do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, aprovada pelo Tribunal de Justiça e confirmada pelos STF – Supremo Tribunal Federal e STJ – Superior Tribunal de Justiça.
“Em Várzea Grande, os problemas da saúde pública são decorrentes do excesso de atendimentos, muito aquém da capacidade implantada das unidades”, disse Gonçalo Barros lembrando que mesmo assim “todos que procuram uma unidade de saúde de Várzea Grande, são atendidos”.
O secretário sinalizou que Várzea Grande mantém um nível elevado de investimentos na Saúde Pública, praticamente o dobro do previsto em lei que é de 15% das Receitas Correntes para municípios e 12% para Estados e todos os recursos recebidos por transferência ou por emendas parlamentares tem a mesma destinação, “bem atender a população e ser resolutivo nos seus problemas, pois ser protagonista apenas para aparecer bonito na foto não é mérito e nem vontade da administração Kalil Baracat”, explicou.
Parafraseando um dos maiores líderes políticos da humanidade, o ex-presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln, Gonçalo Barros mandou um duro recado para aqueles que apostam no quanto pior melhor e repetiu que “só tem o direito de criticar, aquele que pretende ajudar” e não é isto que se presencia na maioria das vezes, sinalizando que Várzea Grande tem recebido apoio de muitos políticos e até mesmo do Governo do Estado, mas muitas pessoas aproveitam os momentos de crise para apontar o dedo. “Muito estão de olho nas eleições do ano que vem”, disparou Gonçalo Barros.
Ele sinalizou que diariamente se faz presente nas principais unidades de saúde, tanto em dias de semana, bem como, nos fins de semana e feriados e apresentou o monitoramento online de todas as unidades de saúde de Várzea Grande, feita por ele e pelo prefeito Kalil Baracat, que tem o acesso em computador ou pelo celular para saber o que está acontecendo nas unidades em tempo real.
“Avançamos muito nos últimos anos, em que pese a crise da pandemia da COVID 19, e os resultados estão acontecendo, portanto, se falar em deficiência no atendimento não é demérito algum, ainda mais diante do tanto de pacientes atendidos pelas unidades de Várzea Grande de várias cidades, de outros Estados e até mesmo de países vizinhos a Mato Grosso”, explicou.
Novamente o secretário citou o ex-presidente americano Abraham Lincoln e disparou que: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.”
Fonte: Saúde
MATO GROSSO
ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.
Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.
Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.
“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.
O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.
Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.
Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.
Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.
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