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Trio é preso pela PM por tráfico, porte ilegal de arma e cultivo ilícito de maconha

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Policiais militares do 4º Batalhão do Grupo de Apoio (GAP) prenderam, nesta quarta-feira (27.11), três homens por associação criminosa, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e cultivo ilícito de maconha, em Várzea Grande.

Os militares apreenderam uma espingarda calibre .22, dois carregadores, três tabletes de maconha e duas mudas do entorpecente.

Os policiais militares realizavam patrulhamento de rotina pela região e identificaram um homem, em atitude suspeita, saindo correndo de uma residência.

Ao perceber a aproximação dos militares, o suspeito retornou para dentro do imóvel e pulou os muros das residências, mas foi abordado e detido em seguida.

Com ele, os policiais encontraram uma porção de maconha. O suspeito alegou que adquiriu o entorpecente no imóvel. Na casa, as equipes se depararam com um segundo suspeito, responsável pelo entorpecente.

No imóvel, os policiais apreenderam outras porções de ilícitos, uma maleta e um scanner, equipamento para subtrair e ligar caminhonetes sem o uso da chave. À PM, o conduzido repassou o nome de um terceiro suspeito que reside em uma região conhecida como Gleba do Vista Alegre.

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Após a denúncia, os militares se deslocaram ao local informado e abordaram o suspeito. Na chácara, os policiais apreenderam porções de maconha, a arma de fogo, carregadores e três mudas de cannabis sativa. As ervas estavam plantadas em um balde.

Os suspeitos e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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