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Tenistas do programa de bolsas do Governo de Mato Grosso disputam o Roland Garros Junior Series

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Os bolsistas do programa OlimpusMT do Governo de Mato Grosso, Leonardo Storck e Livas Damázio, estreiam nesta quarta-feira (2.4) no Roland Garros Junior Series. O torneio de tênis internacional reúne jogadores sub-17 e garante uma vaga na chave principal do Grand Slam Juvenil da França, que será disputado no mês de maio, em Paris.

Natural de Cuiabá, Leonardo Storck terminou 2024 como o melhor da América do Sul até 16 anos. O tenista é atendido na categoria Internacional do Bolsa Atleta oferecido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Aos 15 anos, Livas Damázio já conquistou medalhas em diversos torneios internacionais, incluindo o Mundial sub-14 e a Copa Cosat 14 anos. O tenista cuiabano é atendido com Bolsa Atleta da Secel na categoria Estudantil.

Pelo sistema de disputa, os jogadores estão divididos em grupos com quatro jogadores e todos jogarão contra todos em seu próprio grupo. Storck caiu no Grupo B ao lado do paraguaio Alvaro Frutos, do equatoriano Emilio Camacho e do chileno Benjamin Perez. Damázio terá pela frente o uruguaio Felipe Vazquez, o peruano Nicolas Buena e o argentino Agustin Luna

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Realizado pela Federação Francesa de Tênis (FFT) em parceria com a Confederação Sul-Americana de Tênis (COSAT), o Roland Garros Junior Series está sendo realizado até domingo (6.4), em São Paulo (SP).

Esta é a quarta edição do Roland Garros Junior Series, que teve sua disputa inaugural em 2022. João Fonseca, o principal nome do tênis masculino do Brasil na atualidade, ficou com o título na primeira edição.

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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