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Sistema de radiocomunicação digital é implantado em Água Boa

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realizou, nesta segunda-feira (21.02), a entrega de 23 radiocomunicadores digitais para o município de Água Boa (736 km de Cuiabá). Esta já é a quarta etapa da implantação do projeto no Estado, que visa a modernização do sistema de comunicação, garantindo a integração e agilidade nos atendimentos à população.

A ferramenta garante mais segurança na troca de informações entre as forças de segurança, pois possui criptografia de ponta a ponta, evitando que a comunicação tenha interferências, ou seja, copiada por organizações criminosas. 

Em Água Boa, serão contemplados com os rádios a Polícia Militar (PMMT), Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Sistema Penitenciário. 

Atualmente, 70% do Estado já possui esta nova tecnologia, deixando o analógico e sendo implantando o digital que contribui e oferece maior segurança no trabalho do dia a dia das forças de segurança, com resultados na redução dos índices criminais. 

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Juliano Chiroli, comemorou mais uma etapa da implantação do projeto no Estado e destacou a importância dos investimentos. “É uma tecnologia que garante mais eficiência, segurança, além de garantir um menor tempo de resposta no atendimento operacional, dessa forma, atendendo a sociedade com rapidez”, ressaltou. 

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O projeto de radiocomunicação é fruto do investimento da atual gestão na segurança pública e a expectativa é que até o mês de junho deste ano todo o Estado de Mato Grosso possa contar com esta tecnologia digital.

(Com supervisão de Julia Oviedo) 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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