MATO GROSSO
Sine-MT disponibiliza mais de duas mil vagas de emprego nesta semana
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O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso (Setasc), oferece 2.039 oportunidades de emprego, disponíveis nos 35 postos de atendimento dos 31 municípios de Mato Grosso. Dentre as vagas estão monitor de alunos, auxiliar de limpeza, vendedor interno e pedreiro.
Em Cuiabá e Várzea Grande, são 257 novas oportunidades, sendo 33 para auxiliar de limpeza, 26 para pedreiro, 22 para motorista de caminhão, 17 para ajudante de obras, 16 para servente de obras, 15 para carpinteiro, 13 para eletricista de instalações e auxiliar de linha de produção, 11 para motorista de ônibus urbano, nove para ajudante de carga e descarga.
O Sine Estadual oferece também 15 vagas para Pessoas Com Deficiência (PCD), sendo nove para auxiliar de linha de produção, três para auxiliar de armazenamento, duas para auxiliar de escritório e uma para operador de telemarketing ativo e receptivo.
Em Barra do Garças (516 km de Cuiabá) são 327 oportunidades de trabalho para esta semana. Com destaque para 117 vagas para servente de obras, 97 para pedreiro, 31 para auxiliar de limpeza, 20 para encanador, 15 para eletricista de instalações, 10 para carpinteiro, cinco para armador de estrutura de concreto armado e eletricista.
No município de Primavera do Leste (242 km de Cuiabá) estão disponíveis 112 novas oportunidades, com 50 vagas para Trabalhador da avicultura de postura, 33 para auxiliar de linha de produção, três para trabalhador agrícola polivalente, duas para ajudante de carga e descarga de mercadoria, estoquista, vaqueiro, auxiliar administrativo e mecânico de máquina agrícola.
Para Rondonópolis (218 km de Cuiabá) são disponibilizadas 163 novas oportunidades, sendo 20 para Mecânico de manutenção de máquinas industriais, 12 para Atendente de lojas e Auxiliar de limpeza, cada. 10 para Ajudante de estruturas metálicas e auxiliar de pedreiro, cada. Nove vagas para Auxiliar de jardinagem na conservação de vias permanentes.
A unidade de Nova Mutum (239 km de Cuiabá) oferece 159 vagas, com 150 sendo apenas para operador de processo de produção, oito para roçador – na cultura e uma para auxiliar administrativo.
As vagas ofertadas pela Rede Sine são diárias e a todo momento novas oportunidades são cadastradas. Quem tiver interesse também pode verificar as vagas ofertadas no portal Emprega Brasil.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine-MT realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital e Previdência Social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são oferecidas diariamente. Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento.
Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Sine no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping o horário de funcionamento é das 10h às 18h.
Para ter acesso completo a todas as oportunidades disponíveis nos municípios de Mato Grosso. Confira a relação das vagas de emprego em anexo.
*Com supervisão de Daniele Danchura.
Fonte: Governo MT – MT
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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei
O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado.
A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.
O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.
Seguindo um caminho estabelecido pelo Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição).
Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.
“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.
No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link Projetos em Tramitação .
Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo.
Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT.
“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.
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