CUIABÁ

MATO GROSSO

Servidores são capacitados em pós-graduação em parceria da Sesp com IFMT

Publicados

MATO GROSSO


Cerca de 730 servidores concluem no próximo mês a pós-graduação Gestão Integrada em Segurança Pública na modalidade de ensino a distância, uma parceria entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Um dos principais objetivos do curso é a integração da Educação e a Segurança Pública como forma de capacitar o quadro de servidores da Sesp para aprimoramento da gestão das atividades desempenhadas e pelos serviços ao cidadão e de contribuir para que desenvolvam uma visão estratégica e integrada.

Fazem parte servidores vinculados à Sesp e das forças de segurança como a Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, servidores do Departamento Nacional de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Sistema Penitenciário. 

O curso contém 500 horas/aula, sendo 400 teóricas e 100 horas complementares, tendo os seguintes componentes curriculares: políticas públicas de Segurança Pública, introdução a atividade de Inteligência, análise criminal, atuação policial, gestão pública gerencial, direitos humanos aplicados à atividade policial, entre outros.

Leia Também:  Contribuintes podem negociar débitos estaduais com desconto até o mês de junho

Entre um dos alunos é o investigador da Polícia Judiciária Civil, lotado no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) da Sesp, Joaquim Luiz de Amorim Filho.

Ele é condutor e operador dos Centros Integrados de Comando e Controle Móvel (CICCM) e da Plataforma de Observação Elevada (POE), instalados em carretas que auxiliam no suporte em Operações Integradas das forças de Segurança como Lei Seca, Operações de Combate a Incêndios Florestais, Operação de Combate ao desmatamento ilegais, entre outras.

O servidor explica que no ano passado os setores foram acionados para dar suporte na Operação Abafa Amazônia, considerada uma das operações mais utilizada em ações de combate ao uso irregular do fogo e também na Operação Sumauna, com foco na redução do desmatamento e queimadas em Estados que compreendem a Amazônia Legal, em parceria com o Exército Brasileiro.

O investigador aponta que o curso foi uma ótima oportunidade para qualificação e aperfeiçoamento dos trabalhos executados à frente da Segurança Pública.

“O curso é de suma importância para a ampliação e desenvolvimento do nosso trabalho dentro dos nossos setores, principalmente com os centros integrados e com controle móvel. Além disso, não deixa de ser uma oportunidade para adquirir conhecimento e valorizar o nosso currículo”, afirma.

Leia Também:  Sine-MT disponibiliza mais de 2.500 vagas de emprego nesta semana

Já o coordenador do curso, Adriano Breunig, pontua que há outras duas parcerias entre as instituições com o curso de Gestão Integrada de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) da PM e de Gestão Integrada Curso Superior de Polícia (CSP), para Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e delegados.

“Tanto para o IFMT e para o Estado, é aproximar a Educação da Segurança Pública que reverte para todo cidadão, pois naturalmente melhora a qualidade do trabalho e formação. Esse é o objetivo e essa é a primeira vez feito sem custos nenhum pelo Estado”, comenta Breunig.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

Publicados

em

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

Leia Também:  Censo do Poder Judiciário: Participação é sigilosa e segura

O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

Leia Também:  Governo de MT entrega reforma duas escolas estaduais em Cuiabá com ambientes climatizados, equipados e inclusivos

Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA