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Seplag realiza Workshop que visa transformar cultura no serviço público

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) em parceria com a Empresa Mato-grossense de Tecnologia e Informação (MTI) realizou nesta segunda-feira (28.08), no auditório da Controladoria Geral do Estado (CGE), a segunda etapa do projeto Servidor do Futuro, que tem como objetivo transformar a cultura do setor público através do desenvolvimento e mudança de mentalidade dos servidores.

O evento surgiu da necessidade de acelerar a transformação da cultura do setor público para melhorar as entregas feitas à população. O projeto busca preparar os servidores para esta tarefa, partindo de uma transformação interna e desenvolvendo não somente a liderança, mas o servidor como um todo.

Para o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, o projeto é importante pois desperta no servidor essa mudança cultural que influencia positivamente nos serviços prestados tornando o setor público cada vez mais eficiente.

“Ser servidor público é uma vocação e essa mudança de cultura é fundamental pois ajuda a criar uma corrente positiva que se instala nos servidores e no serviço público, influenciando nas atividades cotidianas e impulsionando para que todos ajam de maneira correta. É uma engrenagem que não para de girar e que nos ajuda a honrar nosso compromisso com a população de servir da maneira que ela deseja”, disse.

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Além disso, o projeto visa provocar uma mudança na forma de pensar dos servidores públicos para que possam causar transformações positivas a partir de si mesmos e trazer benefícios para seu ambiente de trabalho.


O presidente da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), Cleberson Gomes, enfatiza a relevância de iniciativas como o workshop Servidor do Futuro: “O crescimento da MTI depende do crescimento de cada membro da nossa equipe. O evento de hoje proporcionará uma oportunidade valiosa para refletirmos sobre temas como mentalidade, autorresponsabilidade, gestão da mudança, flexibilidade e adaptabilidade, além de criar uma troca de experiências e conhecimentos, fortalecendo ainda mais a cultura organizacional da MTI direcionada para eficiência e entrega de resultados”.

Para a secretária Adjunta da Escola de Governo, Marioneide Angélica Kliemaschwesk, esse evento tem como objetivo despertar no servidor público a mudança de cultura voltada para o despertar da liderança nas organizações.

“O programa Servidor do Futuro busca tornar um pouco mais prazeroso e motivador o ambiente de trabalho focando no que é imprescindível numa organização que é o trabalho em equipe e a comunicação eficiente, tornando os profissionais cada dia mais proativos e em busca da eficiência do trabalho para o cidadão mato-grossense”.

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A facilitadora, Tatiana explica que o foco do projeto é o desenvolvimento do setor público a partir da mudança do servidor através de uma nova mentalidade e da tomada de consciência conseguindo trabalhar com flexibilidade, adaptabilidade, para que os processos sejam concluídos e os resultados apareçam.

“É importante que cada servidor busque o autodesenvolvimento e esse projeto permite que isso ocorra. A mudança da cultura começa na individualidade, e esse programa ajuda nesse autodesenvolvimento individual que impacta no coletivo. Um servidor melhor, mais bem preparado, atende melhor a sociedade, o cidadão. Um servidor melhor preparado influencia também seus colegas. E isso melhora o serviço público”, finaliza.

Supervisão: D`Laila Borges

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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