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Sejus realiza leilão de veículos e sucatas apreendidos em ações de combate ao tráfico de drogas

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) realiza, nesta quinta-feira (23.1), em Cuiabá, um leilão com 45 veículos e sucatas apreendidos em ações de combate ao tráfico de drogas em Mato Grosso.

Estão à venda oito motocicletas e 37 carros, de diversas marcas e modelos, de passeio e utilitários, como caminhonetes, caminhões e vans.

Os valores dos lances iniciais, no caso das motocicletas, variam de R$ 1 mil a R$ 5 mil. Já entre os carros, os lances variam de R$ 900 a R$ 80 mil.

O lance mínimo mais alto, de R$ 80 mil, é de um caminhão Ford Cargo 1722 tanque, ano 2002. Assim como todos veículos levados a leilão, a caminhonete apresenta avarias, falta de peças e outros itens cuja reposição e conserto passam a ser de responsabilidade do comprador.

A venda pública desses bens é realizada por uma empresa leiloeira, sob a coordenação da Comissão de Alienação da Sejus. As regras de venda, previstas no edital, e o sistema de cadastro de habilitação à compra estão disponíveis no site – clique aqui para acessar.

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De acordo com a secretária-adjunta do Sistema Socioeducativo e Política Contra as Drogas, Lenice Barbosa, estima-se arrecadar R$ 600 mil com o leilão.

Tudo que for arrecadado irá direto para o Fundo Estadual de Política sobre Drogas do Estado de Mato Grosso e será utilizado em ações de prevenção e repressão em Mato Grosso.

Desde 2019, o Estado de Mato Grosso já alienou mais de R$ 200 milhões através dos leilões de bens.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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