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Reunião estratégica do Tribunal foca em metas para obtenção do selo Diamante de qualidade

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A primeira Reunião de Análise Estratégica (RAE) da gestão da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva, ocorreu nesta terça-feira (13), com a Administração para avaliar os resultados obtidos no primeiro quadrimestre em relação ao Plano de Diretrizes e Metas estabelecido para o ano de 2023, bem como ao Planejamento Estratégico do Poder Judiciário mato-grossense e aos macrodesafios do planejamento nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino destacou a importância da reunião para o acompanhamento e aprimoramento do desempenho institucional. “O Plano de Diretrizes da gestão está pautado na cultura da pacificação social, buscando semear a paz e fortalecer a justiça, tema cada vez mais relevante e difundido pelo CNJ e pelo nosso tribunal, portanto, nós encerramos o primeiro quadrimestre mantendo o foco na gestão das diretrizes: pacificação social, gestão estratégica de pessoas, gestão por processos e tecnologia da informação”, elencou.
 
A magistrada também agradeceu a todos pelo empenho e comprometimento na busca pela concretização dos projetos da gestão. “Gostaria de aproveitar a oportunidade com a presença de todos para agradecer amorosamente de todo meu coração o quanto têm sido receptivas todas as equipes, a Corregedoria-Geral e todas as suas equipes, seus segmentos e departamentos internos, a Vice-Presidência. Então é um momento realmente de entrelaçar essas nossas boas energias e, principalmente, com sentimento de gratidão porque essa reciprocidade e receptividade das ideias tem sido algo que alimenta a alma, me fortalece e me dá alegria de estar à frente dessa gestão”, enfatizou a presidente.
 
A vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip, elogiou o dinamismo da Presidência e da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) e ressaltou a necessidade do alinhamento entre todos para chegar aos 150 anos do Tribunal cada vez melhor. “Temos trabalhado principalmente neste ano e no começo do ano que vem, quando estamos nos preparando para a maior festa que o Tribunal de Justiça já participou, que é a festa dos seus 150 anos. Nós precisamos ser um tribunal cada dia melhor”, disse.
 
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, agradeceu a toda sua equipe e à presidente Clarice Claudino pelo “apoio irrestrito” aos projetos de competência da CGJ e frisou que o foco do trabalho são os jurisdicionados. “Temos alcançado resultados positivos graças ao desempenho de todos os magistrados, servidores do primeiro grau, todos da Corregedoria e presidentes das comissões, que muito têm auxiliado a Corregedoria. Sempre temos reuniões para buscar a efetiva prestação jurisdicional e a satisfação dos nossos clientes de ponta, que são os jurisdicionados. Estou de mãos dadas com a presidente e a vice-presidente para que possamos dar o melhor da Corregedoria para a sociedade”, asseverou.
 
A Reunião de Análise Estratégica contou ainda com a participação da equipe técnica da Coordenadoria de Planejamento (Coplan), que apresentou a análise do contexto interno e externo e seus impactos na estratégia da instituição. Dentre os fatores externos estão a economia mundial afetada pela pandemia e pela guerra na Ucrânia, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a desaceleração da inflação e arcabouço fiscal. Já internamente, foram abordadas as diretrizes estabelecidas no Plano Estratégico para o fortalecimento da governança do Judiciário mato-grossense, tendo em vista que isso impacta também o posicionamento do TJMT no Prêmio CNJ de Qualidade. Atualmente, o Tribunal é detentor do selo Ouro e tem como objetivo conquistar o selo Diamante de qualidade.
 
Também foram apresentados os indicadores estatísticos, como taxa de congestionamento dos processos, que caiu de 61,2% em dezembro de 2022 para 58,6% em maio deste ano; o Índice de Atendimento à Demanda, bem como os tempos médios de atendimento, verificando-se que houve queda na quantidade de dias de tempo pendente, de 1.248 dias em dezembro de 2022 para 1.195 em maio deste ano. O tempo médio de sentença também caiu de 815 em janeiro para 759 dias em maio.
 
Em relação à gestão estratégica, o método de gestão por objetivos e resultados –OKR’s foi o destaque por se tratar de uma inovação no Judiciário de Mato Grosso. A metodologia prevê aplicação e mensuração rotineira dos objetivos institucionais, com o objetivo de simplificar os processos e chegar a resultados mais rapidamente. “Temos mensurado praticamente diariamente, em reuniões rápidas de 15 minutos e reuniões semanais. É uma ferramenta muito comum no setor privado, mas que representa uma mudança de cultura no Judiciário de Mato Grosso”, disse o coordenador de Planejamento, Afonso Maciel.
 
A desembargadora Clarice Claudino encerrou a reunião agradecendo a presença de todos os desembargadores e servidores, reforçando o pedido para que todos se mantenham engajados e colocando-se à disposição. “As portas estão sempre abertas e nossas equipes também para coletar sugestões”, disse presidente.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Print de tela que mostra os participantes da reunião estratégica em videoconferência.
 
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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