CUIABÁ

MATO GROSSO

Representantes do TJMA conhecem ações que ajudaram a garantir Selo Ouro ao Judiciário estadual

Publicados

MATO GROSSO

O juiz Marcelo Elias Matos e Oka, coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), e dois servidores do Judiciário daquele Estado estão em Cuiabá para conhecer o trabalho desenvolvido pelo Nupemec da Justiça estadual que garantiu a Mato Grosso o Selo Ouro do Conselho Nacional de Justiça no Prêmio CNJ de Qualidade 2022.
 
“É uma honra vir aqui conhecer a expertise desenvolvida pelo Judiciário de Mato Grosso, que tem se destacado em números de conciliação. O índice apresentado no Maranhão ainda é muito baixo. Então, viemos aprender para podermos implantar”, frisou o magistrado, acrescentando que a Justiça mato-grossense está de parabéns.
 
A expansão da política da pacificação social tem sido uma importante ferramenta para a resolução adequada dos conflitos em Mato Grosso. O volume de acordos homologados entre as partes no Judiciário estadual vem registrando crescimento, sendo que de 2021 para o ano passado o aumento atingiu a casa de 13%. Em 2021 foram registrados 29.905 acordos, e em 2022 chegou a 35 mil.
 
Já o índice de conciliação na esfera judicial aumentou de 7%, em 2021, para 9%, em 2022. Considerado o volume de processos que ingressam por ano, em média, isso representa um aumento de 4.500 acordos. Na visão da juíza-coordenadora do Nupemec do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Cristiane Padim da Silva, esses números representam o trabalho e a energia investidas pela administração do Judiciário estadual.
 
O juiz Marcelo Oka, além da performance verificada em Mato Grosso no trabalho de conciliação e pacificação, elogiou as estruturas físicas do Nupemec e do setor da Coordenadoria de Tecnologia da Informação que atua na manutenção e aprimoramento do Processo Judicial Eletrônico (PJe). “Vamos levar para a Justiça maranhense o que tem em Mato Grosso que permite obter eficiência no serviço”, assegurou o juiz.
 
A comitiva do Maranhão foi recebida pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, e pelos juízes auxiliares Emerson Luis Pereira Cajango, Lídio Modesto da Silva Filho e Eduardo Calmon de Almeida Cézar. O magistrado e servidores do Maranhão, depois de conhecer os sistema do PJe que atende o Nupemec, recebeu informações sobre a prática de funcionamento do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi).
 
E na terça-feira (31 de janeiro), o juiz e equipe do Tribunal do Maranhão vão visitar os Centos Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental, da Capital e o Itinerante. “É um privilégio receber o colega e colaboradores do Maranhão, justamente porque vieram para conhecer nossas ações em conciliação e pacificação social”, finalizou a doutora Cristiane Padim.
 
O juiz Marcelo Oka está acompanhado de Ana Larissa dos Santos Serra, secretária do Nupemec, e de Daniel Moura de Sousa, analista de TI do TJMA. Além da doutora Cristiane Padim, o TJMT está sendo representado pelo gestor-geral do Nupemec, João Gualberto Nogueira Neto.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagens. Foto 1: imagem colorida em formato horizontal da reunião da comitiva do Maranhão, à esquerda da foto, com profissionais da TI. Foto 2 – imagem colorida em formato vertical do juiz Marcelo Oka.
 
Álvaro Marinho/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Equipes da Polícia Militar fecham garimpos ilegais e apreendem maquinários em Novo Mundo
Propaganda

MATO GROSSO

ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

Publicados

em

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre ordens judiciais em investigação de fraude eletrônica contra empresa de cimentos

O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

Leia Também:  Conheça o perfil da secretária Mauren Lazzaretti

Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA