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Prova do processo seletivo para bombeiros temporários em MT ocorre neste domingo (19)

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Ocorre neste domingo (19.1) a prova objetiva do processo seletivo simplificado do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT) para formação de cadastro de reserva para os cargos de soldado BM de segunda classe (auxiliar de bombeiro) e soldado BM de saúde de segunda classe (técnico de enfermagem). Ao todo, 7.008 pessoas se inscreveram neste seletivo.

As provas serão aplicadas em dois turnos: no período matutino, para o cargo de soldado BM de segunda classe, e no período vespertino, para o cargo de soldado BM de saúde de segunda classe.

Para consultar os locais de prova, os candidatos devem acessar o site da Selecon, organizadora do certame, e verificar o cartão de convocação. Confira o local de prova aqui.

Como os exames ocorrerão em diversas cidades do Estado, os candidatos devem estar atentos ao horário de início, que seguirá o horário oficial de Cuiabá (MT).

Prova objetiva

A prova para o cargo de auxiliar de bombeiro consistirá em 35 questões das disciplinas de Matemática e Física, Geografia e História de Mato Grosso e Língua Portuguesa. Já para o cargo de técnico de enfermagem, a prova contará com 40 questões, incluindo, além das disciplinas mencionadas, questões de conhecimento específico.

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Em ambas as provas, as questões terão pesos diferentes e a pontuação máxima será de 60 pontos. Para ser aprovado nesta fase, o candidato deverá atingir, no mínimo, 50% da pontuação total. Caso contrário, o candidato é eliminado do certame. Os gabaritos serão divulgados oficialmente no dia 20 de janeiro, a partir das 16h.

Fases do processo seletivo

Além da prova objetiva, o processo seletivo contará com as seguintes fases: Teste de Aptidão Física (TAF), Prova de Títulos, Avaliação Psicológica, Investigação Social, Exames Médico-Odontológicos e o Curso Básico de Soldado Temporário (CBSdT).

A fase final será o chamamento dos candidatos aprovados para o Curso Básico de Soldado Temporário, com data prevista para 11 de abril de 2025. O início do curso está agendado para 14 de abril de 2025 e terá duração de, aproximadamente, 60 dias.

Após serem incorporados à tropa, os novos bombeiros temporários receberão uma remuneração inicial de R$ 3.436,25, podendo atingir até R$ 4.708,61, além de um auxílio-alimentação de R$ 486,14. A jornada de trabalho seguirá a escala dos militares estaduais, podendo ser em regime de turno para serviço operacional ou expediente diário em serviço administrativo. Os contratos temporários terão duração de até oito anos.

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Vagas disponíveis

No total, as vagas do seletivo estão disponíveis para os 32 municípios onde já existem Unidades de Bombeiro Militar ou onde estão previstas as implantações dessas unidades. São eles: Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Guarantã do Norte, Jaciara, Juara, Juína, Poconé, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Querência, Rondonópolis, Santo Antônio de Leverger, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tapurah e Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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