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Projeto Verde Novo realiza plantio de árvores no Parque da Família em Cuiabá

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O parque da família, no bairro Terra Nova, em Cuiabá está mais arborizado. Uma ação em entre o Poder Judiciário de Mato Grosso, Prefeitura de Cuiabá, Instituto Ação Verde e a empresa Pactus Transporte, realizou o plantio de 100 mudas de árvores nativas e frutíferas.
 
Funcionários da empresa e familiares aproveitaram a manhã de sábado para participar das atividades do Projeto Verde Novo do Juizado Volante Ambiental, Juvam. Primeiro eles assistiram a uma palestra, aprenderam na teoria um pouco mais sobre o Projeto e como fazer o plantio. Depois chegou a hora de colocar em prática o aprendizado.
 
Para Talissa Rodrigues, que é coordenadora de R.H na empresa, eles estão fazendo o dever não só como funcionários, mas como cidadãos.“ Estamos contribuindo para a cidade que acolheu a empresa. E além disso, estamos ajudando a proporcionar um ambiente mais saudável e aos colaboradores, um momento em família.”
 
O contador Ricardo Bortolon trouxe as duas filhas, Izadora de cinco e Luiza de nove anos. ”A gente voluntariamente está aqui hoje, fazendo a nossa parte. E a ideia é trazer as crianças desde cedo para que elas tenham essa consciência de que a gente tem que deixar o melhor para as gerações futuras.”
 
O Parque da Família foi escolhido porque, apesar da grande estrutura, tem poucas árvores no local. Mas esse cenário agora deve mudar. Para Abel do Nascimento, que coordena o plantio de árvores na região urbana, essa é mais uma ação importante de sensibilização ambiental. “Precisamos adensar a arborização urbana. Vamos reduzir o calor localizado.”
 
A engenheira florestal do Juvam, Rosiani Carnaíba, lembrou que é essencial esse trabalho para melhoria da vida humana. “Mais plantio, mais arborização urbana para que o clima fique mais agradável trazendo os benefícios adequados e sem dúvida nenhum, trazendo saúde e mental e física a todos.”
 
#Paratodosverem 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. 
Primeira imagem: fotografia colorida mostra uma pai caminhando com duas filhas crianças pelo parque. Segunda imgaem: coordenador de RH da empresa concede entrevista à TV.Jus. Ela fala ao microfone
 
Loreane Villar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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