MATO GROSSO
Programa de PodCast abre espaço de fala para comunidade
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Você sabe quais são as atribuições do Ministério Público e em quais situações pode procurar os serviços da instituição? Para se aproximar ainda mais da população, esclarecendo dúvidas, informando sobre direitos e deveres e também divulgando o trabalho desenvolvido pelas Promotorias de Justiça e Procuradorias Especializadas, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso lançou o programa de podcast “Vozes do MPMT”.
Os episódios são publicados semanalmente, todas às sextas, e ficam disponíveis nas plataformas de streaming Spotify e Anchor, podendo ser acessados facilmente por todo cidadão, seja do aparelho celular ou do computador com acesso à internet.
Nos últimos anos, principalmente com as restrições decorrentes da pandemia, os podcasts, que já vinham se popularizando desde 2018, se intensificaram no Brasil. Buscando estar cada vez mais próximo da população, o Ministério Público utiliza este canal para promover diálogos com a sociedade.
Temas relacionados à saúde, ressocialização no sistema prisional, igualdade racial e também de gênero, educação, além de outros relacionados à atuação institucional, vem sendo debatidos com a participação não só de integrantes, mas também de cidadãos que buscam os serviços do MP, movimentos, entidades e organizações sociais.
O episódio dessa semana apresenta detalhes sobre a atuação da Ouvidoria, porta de entrada de muitas demandas que chegam à instituição. Além de dar orientações sobre como entrar em contato com o MP, o programa conta com a participação de pessoas que precisaram dos serviços da instituição e compartilham suas histórias e experiências.
Você pode ouvir este episódio e os outros disponíveis no canal acessando AQUI.
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Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT
Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.
Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.
“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.
Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).
Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.
“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.
Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.
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