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Presidente recebe homenagem por valorização e respeito a servidoras e servidores do Judiciário

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Em reconhecimento à atenção e valorização aos servidores, a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Maria Helena Póvoas, recebeu uma homenagem do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, presidido por Rosenwal Rodrigues dos Santos. Em reunião com os servidores, na tarde desta segunda-feira (12), também foram reconhecidas as contribuições do desembargador Rubens de Oliveira e dos juízes auxiliares da Presidência, Adriana Sant’Anna Coningham, Paulo Márcio Soares de Carvalho e José Luiz Leite Lindote.
 
Representando o grupo, que foi recebido na sala de reuniões da Presidência, Rosenwal definiu a gestão da desembargadora “como corajosa e competente” e que sabendo trabalhar em equipe colocou o TJMT entre os mais destacados do país.
 
“É uma magistrada com ideias justas e hoje estamos erguendo uma taça que é a da valorização do servidor. É o reconhecimento por terem tratado com respeito os servidores do Poder Judiciário. Partiu de uma mulher a coragem em conceder um aumento real na tabela dos servidores e ela deu um pontapé inicial para consertar problemas que existem há muitos anos”.
 
Lembrando-se dos desafios da gestão durante períodos mais difíceis da pandemia de Covid-19, Rosenwal apontou os avanços em tecnologias sociais e de informação que garantiram à sociedade o acesso à Justiça.
 
“A presidente soube fazer o enfrentamento das questões pandêmicas, tendo a ajuda dos servidores do Judiciário. Somos parte importante da engrenagem para o Judiciário funcionar e teve um empenho do servidor em conjunto com a administração da desembargadora Maria Helena, que agiu com muito respeito e carinho aos trabalhadores. Essa homenagem de hoje é apenas o reconhecimento”, destacou.
 
Maria Helena Póvoas agradeceu a homenagem recebida e enalteceu o empenho dos servidores durante sua gestão. Ela afirmou que a conquista do Sele Ouro de Qualidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se deve à contribuição de todos que atuam no Judiciário Estadual, servidores e magistrados.
 
“Nós sabemos que não seriamos capazes sem o auxilio do trabalho dos servidores. Para mim, é muito importante esse reconhecimento do sindicato ao final da gestão, quero dizer da minha satisfação em receber essa placa neste momento, que é mais próximo da saída e não na chegada ao cargo de presidente. No período em que aqui estive se não fiz mais é porque não pude. A minha vontade sempre foi reconhecer o trabalho de servidoras e servidores, fico muito feliz e agradecida”, concluiu a presidente.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Foto colorida onde a parecem a presidente do Tribunal de Justiça recebendo a placa de homenagem das mãos do presidente do sindicato. Eles estão em pé, sorrindo e seguram a placa. Imagem 2: Foto colorida da reunião onde todos estão sentados à mesa. A presidente do Tribunal está na parte central da imagem, à esquerda o desembargador Rubens de Oliveira e À direita o juiz Paulo Márcio.
 
Andhressa Barboza/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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