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Presidente Clarice Claudino recebe homenagem de servidores da comarca de Rosário Oeste

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Servidores da comarca de Rosário Oeste concederam à presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva, uma homenagem em reconhecimento à competência, dedicação e coragem para implementar melhorias na carreira dos servidores do Poder Judiciário estadual. “Sentimo-nos honrados em fazer parte dessa história de realização”, consta na placa entregue em mãos pela analista judiciária Adriana Francisca Neto, na manhã desta terça-feira (19), no Gabinete da Presidência.
 
“Nós da comarca nos sentimos muito honrados em sermos presididos pela desembargadora Clarice porque ela tem expressado um amor que vai além de palavras. O amor realmente tem que ser em atitudes e ações e a gente vê isso nos gestos, empenhados em também estabelecer as melhorias para os servidores, para todas as categorias porque aqui eu não falo somente como analista, eu falo para todas as categorias que nós temos visto isso. Então pra nós é um privilégio em saber que o amor emana do coração dela, isso é, a essência nos faz ficar confortáveis porque quando nós estamos sendo presididos por alguém que tem muita técnica e conhecimento aliado com esse lado da humanidade e do amor, nós nos sentimos seguros”, explica Adriana.
 
Emocionada com o reconhecimento, a presidente Clarice Claudino afirma que se sentiu profundamente tocada com o gesto dos servidores, pois a percepção deles em relação à sua gestão “é uma leitura muito clara daquilo que vai no meu coração”. “É uma agradável surpresa ver essa repercussão e, principalmente, o que significa para quem está trazendo, de onde originou essa homenagem, o que significa esse olhar que eles tiveram. Pelo que ela me disse, isso representa uma identificação de que os meus gestos são de amor em concreto. Isso me tocou muito! Eu acredito e sempre digo que o amor não é só um sentimento. Ele é atitude, é ação. E isso foi identificado por eles na comarca e essa gratidão é maravilhosa”.
 
Também participaram da homenagem os servidores Catarine Gonçalves, Ceila Martins, Eder de Souza, Edvaldo Assunção, Adão Pereira, Orestina de Abreu, Rodrigo Azevedo, Jovita de Arruda, Aldo Ormond, Odelita Silva, Arielle Sá Gallio e Cleverso Quadros.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Servidora da comarca de Rosário Oeste, Adriana Francisca, e a desembargadora Clarice Claudino posam para a foto, sorrindo, no gabinete da presidente do TJ. Adriana é uma mulher de cabelos longos e cacheados, usando óculos de grau, blusa branca e sai preta. Clarice Claudino é uma senhora de pele clara, olhos verdes, cabelos curtos, lisos e loiros, usando vestido na cor marsala, de manga ¾ e laço na lateral da cintura, um colar e brincos de argola dourados. A desembargadora segura a placa que recebeu como homenagem.
 
Celly Silva/Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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