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Policiais de MT e Rondônia apreendem 442 kg de droga avaliada em R$ 11,1 milhões

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Força-tarefa entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Federal e Polícia Militar de Rondônia resultou na apreensão de 442,69 quilos de substância análoga a cloridrato de cocaína, na noite deste sábado (01.07). O prejuízo estimado ao crime é de R$ 11,1 milhões.

A ação ocorreu de maneira integrada, no âmbito da operação Hórus/Vigia, na cidade de Pimenteiras D´Oeste (RO). Além do entorpecente, os policiais apreenderam três espingardas, um revólver, munições e uma motocicleta.

Os militares do Gefron foram informados sobre o pouso de uma aeronave vinda da Bolívia, possivelmente usada para o tráfico de drogas, que estaria adentrando o território brasileiro e pousando em uma pista clandestina da cidade.

Rapidamente, as forças de segurança dos estados de Mato Grosso e Rondônia foram direcionadas para atuar na ocorrência.

Os agentes chegaram ao local informado e o piloto da aeronave já havia fugido. No entanto, eles viram quatro homens colocando a droga em uma caminhonete.

Ao perceberem a chegada das forças policiais, os suspeitos reagiram a abordagem e atiraram em direção das equipes. Os agentes reagiram e dois homens foram baleados. Os outros dois fugiram com a caminhonete deixando a droga para trás.

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Os suspeitos feridos foram socorridos e encaminhados para unidade de saúde, mas não resistiram e foram a óbito. Os 442,69 quilos da droga apreendida estavam distribuídos em 400 tabletes.

Diante dos fatos, os policiais encaminharam o material apreendido para Delegacia da Polícia Federal da cidade de Vilhena. As diligências continuam para localizar os suspeitos foragidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos). 

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

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Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício. 

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

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