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Polícia Militar intensifica policiamento durante o 36º Festival de Inverno

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A Polícia Militar de Mato Grosso intensificará o policiamento preventivo e ostensivo durante a 36º edição do Festival de Inverno em Chapada dos Guimarães, que começa nesta sexta-feira (21.07) e segue até 6 de agosto. As ações de policiamento visam garantir a segurança do público e do trânsito na rodovia estadual MT-251.

O policiamento será coordenado pelo Primeiro Comando Regional da Polícia Militar, por meio da 1ª Cia Independente da PM, com a intensificação do efetivo de policiais militares e de viaturas presentes.

“O Festival de Inverno atrai um grande número de pessoas de diversos municípios do Estado. Consequentemente, aumentam as possibilidades de ocorrências que exigirão a intervenção dos órgãos de segurança pública. A Polícia Militar estará presente em todos os dias do evento para garantir a ordem pública”, afirma o comandante-adjunto do 1º CR, tenente-coronel Kleber Franklin.

Também estarão presentes o reforço do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Força Tática, Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria), Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) e um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), cedido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

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“O principal objetivo é inibir e evitar a prática de quaisquer ações delituosas, identificar e efetuar a prisão de infratores da lei, realizar apreensão de armas, substâncias entorpecentes e veículos irregulares, bem como inibir o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, especialmente para direção de veículo automotor”, destaca o comandante-adjunto.

O Batalhão da Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) realizará o policiamento visando a segurança dos condutores que passarem pela rodovia MT-251, que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães, com a checagem de veículos e condutores, testes de etilômetros, comboios rodoviários e ponto de paradas ao longo da rodovia.

Também será realizada, no mesmo período, a Operação Lei Seca, visando a segurança dos motoristas e passageiros que passarem pela rodovia.

“A Polícia Militar ainda cooperará com as demais autoridades policiais e judiciárias na prevenção e repressão aos delitos ocorridos no âmbito de suas competências”, afirma o comandante do BPMTran, tenente-coronel Adão César.

Festival de Inverno

O 36º Festival de Inverno conta com apoio do Governo do Estado e será realizado em todos os fins de semana, entre os dias 21 de julho e 06 de agosto, com entrada gratuita.

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O evento conta com atrações nacionais e locais, e tem estimativa de público de 300 mil pessoas para todos os dias de shows.

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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