MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre prisão de homem que matou irmão na noite de Natal
MATO GROSSO
A Delegacia de Diamantino cumpriu, nesta segunda-feira (06.01), o mandado de prisão temporária de um homem de 51 anos que matou o irmão na noite de 24 de dezembro.
O crime ocorreu na cidade de Alto Paraguai, na casa de familiares de ambos, quando a família se reuniria para o Natal. M.O.L. teve a prisão decretada pelo juízo criminal da Vara de Diamantino, após representação da Polícia Civil.
Luciano de Oliveira Lima, de 45 anos, foi agredido com golpes de arma cortante pelo irmão, após um desentendimento entre os dois.
Conforme a investigação da Delegacia de Diamantino, a vítima agrediu o irmão com uma paulada, quando o suspeito, armado de uma faca, revidou a agressão atingindo fatalmente Luciano, que morreu na residência. Depois de cometer o crime, o autor fugiu do local.
Após reunir informações e realizar diligências, o delegado Marco Bruzzi representou pela prisão do autor do crime, que foi cumprida nesta segunda-feira, quando foi deferido o mandado judicial.
“Em interrogatório, ele assumiu a autoria e alegou que tera agido em legítima defesa. Nessa ocasião agora, informou que a vítima estava alterada, quando o agrediu e ele revidou. O inquérito está praticamente concluído e ele será indiciado por homicídio qualificado”, declarou o delegado de Diamantino.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Max Russi defende fim do foro privilegiado para autoridades
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e do Podemos no Estado, Max Russi, declarou ser favorável ao fim do foro privilegiado para autoridades. Em entrevista ao podcast Política de Primeira, o parlamentar afirmou que o mecanismo já não se justifica no atual contexto democrático.
Segundo Russi, deputados, integrantes dos demais Poderes e outras autoridades deveriam responder a processos na primeira instância, sem tratamento diferenciado em razão do cargo que ocupam.
O presidente da ALMT afirmou ainda que o foro privilegiado fazia sentido em outros períodos da história, mas considera que a prerrogativa perdeu sua finalidade. Para ele, não há necessidade de manter esse tipo de tratamento especial para agentes públicos.
O foro privilegiado é um tema debatido no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramitam propostas e discussões sobre a possibilidade de restringir ou extinguir a prerrogativa de julgamento em tribunais superiores para autoridades.
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