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Polícia Civil cumpre 60 mandados judiciais na 1ª fase da Operação Incarceratus

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Sessenta mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Civil, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, na primeira fase da Operação Incarceratus, deflagrada no mês de fevereiro deste ano.

Nesta 1ª fase da operação foram priorizados mandados referentes ao tráfico de drogas, roubo, furto, extorsão, violência doméstica, estelionato e organização criminosa. As determinações judiciais cumpridas são decretadas com base em investigações de diversos inquéritos policiais instaurados pela Polícia Civil em Mato Grosso.

Durante os 28 dias correntes de fevereiro, as ordens de prisões preventivas e temporárias contra criminosos ligados a uma facção criminosa instalada no Estado foram cumpridas pela equipe da Polinter, de forma ininterrupta, na Região Metropolitana de Cuiabá.

Foram cumpridos 32 prisões contra pessoas procuradas pela Justiça e que estavam em liberdade. Além de 28 mandados em desfavor de indivíduos que estão sob a custódia do Estado, recolhidos no Complexo Penitenciário Agamenon Lemon Dantas e na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, e respondem a outros processos criminais.

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Conforme a delegada titular da Polinter, Silvia Pauluzi, os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação e localização do paradeiro de foragidos da Justiça, que praticaram os mais variados crimes e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões.

A delegada Silvia Pauluzi explica que o cumprimento das ordens de prisão contra aqueles que ainda têm pendências com Justiça, e que estejam cumprindo penas em unidades prisionais, auxilia para que essas pessoas não recebam o benefício da liberdade condicional e continuem recolhidos.

“O trabalho conta com o apoio do Sistema Prisional e contribui para a efetiva aplicação da lei penal”, destacou a delegada Silvia Pauluzi.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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