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Polícia Civil apreende 56 toneladas de alumínio roubadas de empresa em Cuiabá

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá apreendeu 56 toneladas de cabos condutores de alumínio roubados de uma empresa no Distrito Industrial em um sítio, próximo ao bairro Pedra 90, e identificou os suspeitos de receptação.

Os materiais foram roubados na semana passada por dois criminosos armados que invadiram a empresa, renderam o vigilante deixando-o amarrado e trancado na guarita. Os criminosos roubaram 16 bobinas com cabos condutores de alumínio, que foram transportadas em caminhões que estavam do lado de fora.

Durante as investigações, uma equipe da Derf Cuiabá localizou no sítio as bobinas, que estavam sendo desmontadas. O dono da propriedade informou aos policiais civis que no dia 8 de janeiro uma pessoa lhe perguntou se poderia descartar alguns restos de madeiras no local e que foi combinado o valor de R$ 500. O dono do sítio informou ainda que, quando notou um fluxo grande de entrada e saída de caminhões da propriedade e teve conhecimento do tipo de material que estavam descarregando, pediu que a pessoa responsável retirasse as bobinas, pois o combinado era apenas o descarte de madeira.

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A equipe policial identificou o endereço da pessoa que fez o depósito das bobinas, no bairro Jardim Botânico, em Cuiabá. Ele declarou à equipe de investigação que acompanhou a carga até o sítio e que ficou responsável por vender o produto roubado.

O suspeito disse que trabalha com venda de sucata e que tinha entrado em contato com o dono de uma empresa de reciclagem ofertando a carga roubada a R$ 11,50 o quilo. Na empresa de reciclagem, em Várzea Grande, os investigadores encontraram outra parte dos cabos e também conduziu o dono do local à delegacia.

Fonte: GOV MT

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

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Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

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O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.



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