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Mais de 300 animais, entre cães e gatos, da população de baixa renda do município de Rondonópolis foram atendidos no 12º Veterinário Solidário, realizado pelo Juizado Volante Ambiental local (Juvam) e parceria com a Organização não Governamental (ONG) Cantinho Animal. A movimentação foi grande na Escola Estadual Francisca Barros Carvalho, na Vila Olinda II, local escolhido para atender os pets e garantir e assegurar o bem-estar doméstico.
 
A iniciativa reuniu médicos(as) veterinários(as) voluntários, que atenderam gratuitamente cães e gatos. Também houve doação de medicamentos para início de tratamentos, como vermífugo, antibiótico, carrapaticida, além de coleta de sangue para exame de leishmaniose, vacinação antirrábica e cadastramento para castração de animais.
 
De acordo com a gestora administrativa do Juvam de Rondonópolis, Márcia Meloto, o 12º Veterinário Solidário tem objetivo de “levar aos animais e às famílias de baixa renda um atendimento qualificado visando o bem-estar animal. A juíza da Vara do Meio do Meio Ambiente e coordenadora do Juvam de Rondonópolis, Milene Aparecida Pereira Beltramini é muito preocupada e empenhada na causa do bem-estar animal, por isso ela promove, em conjunto com o Cantinho Animal, esse evento todos os anos. Essa já é a 12ª edição e foi um sucesso”, afirma.
 
A presidente da ONG Cantinho Animal, Mirna Mendonça exaltou a importância do evento, principalmente para a população que não tem recursos para arcar com consulta veterinária.
 
“Esse projeto é de grande valia para o povo que precisa tratar os cachorrinhos e não tem condições. São pessoas carentes que necessitam de um médico veterinário e aqui conseguimos reunir todos. É um projeto excelente e que precisamos bater palmas. A população ama esse projeto e pedem para que chegue a outros bairros”, disse.
 
Pioneiro neste projeto, o médico veterinário Marcelo de Oliveira destacou a presença da juíza Milene Beltramini e dos parceiros do evento. “A gente traz assistência veterinária para dar maior conforto à sociedade e também para saúde pública, pois os animais não ficando doentes as pessoas também não ficarão. Todos que comparecem são aqueles que têm um cuidado com seu animal. Fazemos o atendimento básico, com curativos, iniciamos tratamento com remédios que são doados aos donos dos animais. É uma iniciativa válida e boa para todos”, comenta.
 
Durante toda a manhã também foram distribuídas mudas de plantas para a população que esteve no local.
 
São parceiros do evento o Centro de Zoonoses de Rondonópolis, a Polícia Militar Ambiental e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1: Imagem aberta do local onde foram realizados os atendimentos. Aparecem pessoas com seus cachorros sendo atendidas. Foto2: Imagem que mostra um cachorro sendo atendido. Uma mulher com sua filha estão próximas do animal, que está de barriga para cima enquanto um médico veterinário o examina. Foto 3: Uma mulher usando um vestido preto segura seu cachorro no colo, que é atendido pelo médico veterinário Marcelo Oliveira. O profissional está em pé, examinando o cachorro.
 
Dani Cunha/Imagens: Juvam – Rondonópolis
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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