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Parceria entre Judiciário e TRE oferta curso sobre Atualização em Direito processual eleitoral

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Na próxima segunda-feira (25 de julho) o Tribunal Regional Eleitoral inicia o curso telepresencial ‘Atualização em Direito penal e Processo Penal Eleitoral’, com as professoras Janiere Portela e Patrícia Greco. A atualização é destinada a desembargadores(as), juízes(as) e assessores(as) de magistrados(as). As inscrições serão encerradas nesta sexta-feira (22 de julho).
 
O evento será realizado pela Escola Judicial Eleitoral (EJE-TRE-MT), parceira da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) no compartilhamento de ações pedagógicas.
 
O tema será dividido em quatro pontos principais: Noções preliminares do Crime Eleitoral, Seleção de crimes eleitorais em espécie, Crimes de menor potencial ofensivo e Ação penal eleitoral. De forma pormenorizada, serão abordadas temáticas como Teoria Geral do Crime aplicada à seara eleitoral, Penas e suas aplicações, Acordo de não persecução penal, Inscrição fraudulenta, Corrupção eleitoral, Violação de sigilo de voto, Crimes contra a honra e as suas nova agravantes, Denunciação caluniosa, Crimes de discriminação à condição da mulher candidata (Violência política),Inaplicabilidade de TAC, Juiz de garantias, dentre outros.
 
Currículos
 
Janiere Portela Leite Paes é Mestranda em ‘Segurança Pública, Justiça e Cidadania’ pela Universidade Federal da Bahia – UFBA. Especialista em Direito Constitucional, em Revisão prática de textos, em Direito Penal e Processual Penal; coautora de obras de Direito Eleitoral, pelas Editoras J.H Mizuno e Juruá. Docente de Direito Eleitoral, Direito Penal e Processual Penal em cursos de Pós-graduação e cursos preparatórios para concursos. Servidora do quadro efetivo do TRE-AL, removida para o TRE-BA, Chefe de cartório da 2ª Zona Eleitoral de Salvador. Membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político – ABRADEP.
 
Patrícia Gasparro Sevilha Greco: Doutoranda em Direito Negocial pela Universidade Estadual de Londrina/PR. É analista judiciária na área judiciária – Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. Escritora em temas de Direito Constitucional, Direito Eleitoral, Ciência Política e Filosofia Política, com várias obras e artigos publicados. Possui o curso de Formação de Formadores pela Enfam. Professora de pós-graduação na matéria de Direito Eleitoral na Unipar. Tutora e conteudista de cursos EAD/TRE-PR nas áreas de Gestão Pública e de Direito. Professora da EJE TSE. Membro da Abradep.
 
 
Mais informações são conseguidas pelo telefone: (65) 3362-8123, na Escola Judicial Eleitoral.
 
Esta matéria possui recursos visuais para pessoas cegas. Imagem: Cartaz vertical colorido em verde. Contém as seguintes informações: Atualização em Direito penal e Processo Penal Eleitoral – Curso Telepresencial – Janiere Portela e Patrícia Greco, seguido dos currículos das palestrantes. 25, 27 e 29 de julho – 8h30 às 11h30 (horário de MT). Inscrição https://forms.gle/g6K7KnhgrV8aNE4G6 – Carga horária – 9h. Público-alvo: magistrados, promotores e servidores do TRE-MT. Assinam a peça os logos do TRE-MT.
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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