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Operação Iraquianas cumpre 18 mandados contra investigados por tráfico doméstico de entorpecentes

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A Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) deflagrou nesta quinta-feira (30.11) a Operação Iraquianas no combate ao tráfico doméstico de entorpecentes na Capital.

Após representação pela Polícia Civil, o Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá decretou 18 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e bloqueios bancários de contas vinculadas aos investigados. Entre as ordens judiciais cumpridas estão cinco prisões preventivas, uma delas do Estado do Paraná.

Até o momento foram apreendidos mais de R$ 8 mil reais, proveniente da contabilidade do tráfico de drogas, um veículo e aparelhos celulares.

Conforme as investigações da DRE, os alvos da operação atuam em rede no comércio de entorpecentes, formando uma associação criminosa com predominância na região da Morada da Serra vendendo maconha, skunk e outras drogas para usuários locais.

A delegacia especializada apurou também que, além do controle da venda de drogas na região, os principais criminosos adquiriram patrimônio, incluindo imóveis com o dinheiro do tráfico.

As investigações prosseguem para apurar as movimentações financeiras e bens adquiridos ilicitamente pelos investigados.

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O nome da operação faz referência ao modo como os alvos investigados se identificavam durante as negociações de drogas entre eles.

A Operação Iraquianas conta com apoio das equipes de policiais civis da Polinter, Deccor, DRCI e Defaz.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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