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Nova plataforma de treinamento amplia qualificação dos servidores do Ciopaer

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O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), recebeu nesta semana uma plataforma de treinamento aerotático para aprimorar a qualificação dos servidores que atuam na base localizada no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, e na unidade descentralizada de Sorriso.

Além de capacitar aproximadamente 50 servidores da unidade, o simulador também auxiliará na instrução de tropas da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. A nova tecnologia deve gerar uma economia anual estimada de R$ 2,8 milhões aos cofres públicos.

A plataforma de treinamento aerotático, avaliada em R$ 1,3 milhão, é oriunda de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, cujo projeto contemplado no edital foi elaborado com objetivo de capacitar os servidores da segurança pública. A plataforma permite a máxima fidelidade, simulando as condições reais de um voo.

O objetivo é capacitar os operadores de aeronave no embarque e desembarque, bem como no acoplamento e utilização de cargas externas. Consideram-se cargas externas todas as operações que envolvem uso do Bambi Bucket (Helibalde), utilizado para apoio a combate a incêndios florestais, cesto (utilizado para resgate de vítimas conscientes), além do uso de uma maca com a técnica McGuire (vítimas que necessitam estar imobilizadas).

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Dentro dos treinamentos de embarque e desembarque, também estão incluídos as técnicas de rapel e os procedimentos conhecidos como Mata Leão e Preguiça, nos quais os operadores ficam acoplados ao esqui da aeronave.

O comandante do Ciopaer, tenente coronel PM Ernesto Xavier Lima Junior explica que anteriormente, esses treinamentos eram realizados com a aeronave em voo, o que gerava um custo ao Estado, mas agora, com a plataforma, os treinamentos serão aprimorados e ainda trarão economia de R$ 240 mil ao mês, chegando a R$ 2,8 milhões ao ano.

“Buscamos primeiramente a redução de despesas, além de ampliar a quantidade de treinamentos. O custo estimado de uma hora de voo do nosso helicóptero é de aproximadamente R$ 8 mil. Dessa forma, conseguiremos atender todos os operadores, manter a frequência dos treinamentos e, ao mesmo tempo, reduzir custos”, afirmou.

Considerando uma hora de treinamento por dia, a economia estimada é de R$ 240 mil por mês, já que a aeronave não será mais utilizada para esse fim, sendo substituída pela plataforma.

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“Os treinamentos têm como objetivo aprimorar a qualificação técnica dos operadores, garantindo a manutenção do nível de segurança das operações e dos voos, além de otimizar os recursos, assegurando economia e maior disponibilidade da aeronave para os atendimentos”, finalizou o comandante.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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