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Nosso Judiciário visita 106ª escola e aproxima Justiça de estudantes

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Direito do consumidor, o que são os juizados especiais e como funcionam, crimes cibernéticos e de redes sociais foram alguns dos assuntos levados aos alunos e alunas do ensino médio da Escola Estadual Joaquina Cerqueira Caldas, em Cuiabá, em mais uma visita do projeto Nosso Judiciário, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, na manhã desta sexta-feira (27 de maio).
 
Com intuito de aproximar o Judiciário da população e neste caso, dos estudantes da Capital e Várzea Grande, durante as visitas são distribuídas cartilhas informativas que complementam a palestra. Uma abordagem diferenciada e voltada ao público jovem para que conheçam um pouco mais sobre a Justiça.
 
E foi o que o aluno Pedro Eduardo Leite Vailant falou sobre essa oportunidade de poder ouvir e conhecer um pouco mais sobre o assunto. “Achei muito interessante e gostei bastante porque nos ensinou várias coisas para o nosso dia a dia. Achei interessante sobre os juizados especiais que eu não sabia, que é algo muito mais rápido para quando a gente tentar resolver um problema com facilidade, e maior velocidade. O Judiciário vindo até aqui a gente aprende muito até para saber o que pode acontecer conosco e poderemos usar o que aprendeu aqui nessas desventuras da vida”, afirma.
 
A aluna Myllena Leite Jardim pretende ser juíza e disse que conhecer um pouco mais sobre o Judiciário é muito importante, principalmente pelas informações que foram repassadas. “Não conhecia muita coisa que foi falado, como por exemplo vários serviços da Justiça que são de graça, como nos juizados especiais.”
 
Para a diretora da Escola, Alexandra de Souza Maia os temas da palestra e da cartilha serão de grande valia para só alunos e alunas, principalmente pela forma com que utilizam a internet. “Antes o uso da internet era para lazer, mas hoje existem muitas questões que eles precisam de orientação. Esse projeto do Judiciário ligado às escolas é muito importante para aprendizagem, também no seu contexto social e respeito ao próximo, cuidados com os crimes cibernéticos que assola o país e a nossa escola, assim como todas as outras por ser uma problemática muito grande”, comenta.
 
A palestra é realizada pelo servidor do Tribunal de Justiça, Neif Feguri Neto, que reforça o propósito do projeto que é aproximar o Judiciário da população. “Estamos atendendo a 106ª unidade escolar e já ultrapassamos 25.300 alunos nos últimos oito anos do projeto, que tem aproximado a Justiça estadual do público estudantil. O objetivo é levar informação a eles, procurar fazê-los entender a importância da utilização da internet para coisas boas, além de conhecer um pouco mais o Judiciário com a cartilha.”
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Imagem 1 –Servidor Neif Feguri fala sobre o Judiciário para alunos. Ele está em pé, de calça e sapatos escuros, camisa de manga comprida branca, segurando microfone com mão esquerda. Todos os alunos estão sentados em cadeiras de frente para o servidor.
Imagem 2 – Foto posada, da cintura para cima, do aluno Pedro Vailant está sorrindo. Ele usa uniforme da escola, na cor azul, um casos de manga comprida na cor bege e capuz verde e óculos de grau.
Imagem 3 – Foto posada, da cintura para cima, da diretora da Escola, Alexandra Maia, sorrindo. Ela usa óculos de grau, cabelos curtos, na altura do pescoço, camiseta branca com o desenho de uma folha em azul.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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