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Museu de Arte Sacra abre exposição que recria as fases da vida de Jesus Cristo neste domingo (24)

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O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MAS-MT) abre a exposição “Bem-Aventurados: Arte Cristã” a partir deste domingo (24.11), às 9h. Com obras de 33 artistas do Estado, a mostra retrata as fases da vida de Jesus Cristo, da anunciação à ressurreição. A quantidade de artistas faz alusão ao tempo de vida de Jesus Cristo na terra.

“A exposição propõe um pensar sobre temas de fé, redenção e condição humana, utilizando uma linguagem artística que dialoga com as questões contemporâneas, em um cenário de elementos de produção coletiva”, explica a diretora do MAS, Viviene Lozi.

O projeto é uma realização do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso em parceria com a Associação dos Artistas Plásticos de Mato Grosso (Artemat).

Para a exposição, os artistas usaram materiais como sucata e reciclados de papel e plástico, matérias-primas que acentuam a urgência de uma reflexão sobre sustentabilidade e responsabilidade social.

“O mais bonito das obras destes artistas são suas sensibilidades em perceber os sinais e significados no tempo de hoje. São representações das pequenas observações de humildade e comportamento cotidiano aos fenômenos mais gritantes, como esses que estamos vivendo nestes tempos difíceis de guerras, migrações, fome, tragédias ambientais e ataques virtuais”, afirma o idealizador da exposição e presidente da Artemat, Carlos Bôsque.

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Fazem parte da exposição os artistas: Adaiele Almeida, Albina Oliveira, Bete Gregio, Bia Pinheiro, Carlos Bosquê, Carlos Pina, Cida Silva, Danilo de Melo, Danúbia Leão, Dayana Trindade, Roberto Jorge, Dayse Ojeda, Eduardo Martins, Eliane Schaedler, Ellém Pellicciari, Elpídeo Neto, Iram Almeida, Isabel Araújo, Ita Ceramista, Luana Franco, Eduardo Martins, Marina Levy, Micheli Fanalli, Paulo Lenço Vermelho, Prestes Brasil, Reinaldo D’Arruda, Rimaro Soares, Rita Ximenes, Rosana Schmitt, Rosylene Pinto, Sálvio Júnior, Samara H Melo, Sandra Mussalem, Traudi Hoffmann e Valdir Ricardo.

A mostra fica em cartaz nas salas de Exposição Temporária I e II, do equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), até 25 de fevereiro de 2025.

O valor dos ingressos da exposição é de R$ 10 reais (inteira). Aos domingos, a entrada é gratuita. Além disso, professores de instituições públicas, guias de turismo, pessoas com deficiências e menores de 5 anos e maiores de 60 anos estão isentos de pagamento.

Sobre o Museu

Fundado em 1980, o Museu de Arte Sacra de Mato Grosso é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), que está sob gestão compartilhada da Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso (Ação Cultural).

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Entre suas missões, está a de preservar, conservar, divulgar e transmitir a memória e a história acerca do seu acervo. O museu se encontra localizado na Praça do Seminário, no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Serviço:
Exposição Bem-aventurados: Arte Cristã
Data: 24/11/2024 até 23/02/25
Local: Museu de Arte Sacra de Mato Grosso
Horário de funcionamento: Quarta-feira a domingo, das 9h às 18h

*Sob supervisão de Cida Rodrigues

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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