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MT Saúde realiza ações de prevenção de doenças no serviço público

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Com foco na promoção da saúde e prevenção de doenças, o Posto Itinerante do MT Saúde realizará diversas ações em órgãos públicos no mês de maio. O objetivo é reforçar a importância do autocuidado como protagonista da qualidade de vida ao levar até os servidores do Estado orientações médicas e exames de rotina, como aferição de pressão, bioimpedância, teste glicêmico e oftalmológico, além de palestras e bate-papos sobre assuntos do momento abordados por especialistas credenciados à rede do plano.

Conforme o Ministério da Saúde, 80% das demandas de assistência podem ser tratadas no âmbito da Atenção Primária à Saúde e com a adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação adequada, a prática regular de atividade física e atenção à saúde mental.

“O servidor precisa ser o sujeito do seu próprio processo, por isso trabalhamos tanto a questão do autocuidado. Afinal, prevenção também é saúde”, afirmou a presidente do MT Saúde, Misma Thalita dos Anjos.

Na oportunidade, a equipe do Posto Itinerante também disponibilizará alguns dos atendimentos realizados na sede do Instituto, como, por exemplo, novas adesões, parcelamento de débitos, mudança de acomodação, apresentação da rede médica credenciada, entre outros.

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Nos dias 3 e 4 de maio, o Posto Itinerante estará na Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e nos dias 23, 24 e 25 na sede da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

Confira a agenda completa:

03/05 – Secel (unidade Arena Pantanal), das 8h30 às 17h
04/05 – Secel (unidade Arena Pantanal), das 8h30 às 17h
17/05 – Sema, das 15 às 17h (Bate-papo “Conflitos da Maternidade”)
17/05 – MTI, das 8h30 às 17h (Bate-papo “Câncer de Boca”)
23/05 – Assembleia Legislativa, das 8h30 às 17h
24/05 – Assembleia Legislativa, das 8h30 às 17h
25/05 – Assembleia Legislativa, das 8h30 às 17h
26/05 – MT Saúde, das 13h às 17h

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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