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Magistrados recebem homenagem da PM pelo apoio ao aprimoramento do patrulhamento tático

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A presidente do Tribunal de Justiça desembargadora Clarice Claudino, a vice-presidente desembargadora Maria Erotides Kneip, o desembargador corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, Juvenal Pereira da Silva, a desembargadora Serly Marcondes Alves, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, o desembargador José Zuquim Nogueira, a juiza Ana Cristina Silva Mendes e o juiz Luis Otávio Marques foram homenageados pela Polícia Militar, na terça-feira, com a medalha de mérito da Força Tática.
 
No Quartel do Comando-Geral em Cuiabá, onde a cerimônia foi realizada, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, ressaltou a importância da contribuição dessas personalidades civis militares pelo trabalho diferenciado feito em parceria com a Polícia Militar, dentre eles o Poder Judiciário de Mato Grosso, através dos magistrados homenageados.
 
Para o tenente-coronel Costa Gomes, comandante da Força Tática do 2° Comando Regional de Várzea Grande, essa homenagem honra “todos aqueles que contribuíram para o crescimento e engrandecimento do patrulhamento tático”. Além disso, destacou em sua fala a importância do papel desempenhado pelos membros do Judiciário durante os processos para alcançarem em conjunto, resultados efetivos. “Nossa função é conduzir a ocorrência da melhor forma possível, e com o apoio dos membros do Poder Judiciário que ao fazer o devido encaminhamento, nossa colaboração gera muitos resultados”, finaliza.
 
Enquanto cidadã mato-grossense, a presidente do Tribunal de Justiça, Clarice Claudino enxerga como honra o convite da Polícia Militar e trata como indispensável a aproximação com todos os segmentos da sociedade. “Cada vez mais o Poder Judiciário tem suas múltiplas portas abertas para realizar esse aproximar da população, reitero a felicidade deste encontro já que a Força Tática representa uma das formas de maior proteção da sociedade, e me sinto honrada pelo reconhecimento do trabalho prestado pelo nosso Tribunal de Justiça, um trabalho de 150 anos. ”
 
“Um dos maiores valores que nós temos na democracia é a Polícia Militar” é o que a Desembargadora Serly Marcondes Alves declara ao fazer parte da homenagem.
 
Para a vice-presidente do Tribunal de Justiça, a desembargadora Maria Erotides Kneip que está a frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher), que trata de políticas públicas no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso relativas às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, ser lembrada neste momento é muito gratificante já que “a polícia tática trabalha com inteligência e o enfrentamento à violência, precisa ser feito com essa polícia especializada” comenta a magistrada. 
 
A medalha Mérito Tático Policial é uma honraria criada pelo Decreto n° 626, de 06 de julho de 2016 que visa gratificar a contribuição daqueles que contribuem para a evolução e fortalecimento do patrulhamento tático e da doutrina, com foco na manutenção da ordem pública. Recebeu o nome do Cabo PM Vanilson Silva Carvalho, soldado de 27 anos que faleceu em 2017, em Aragarças (GO), que após reagir a uma tentativa de assalto, faleceu na troca de tiros com os assaltantes.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Imagem 1: presidente do Tribunal de Justiça desembargadora Clarice Claudino está em pé e fala ao microfone. Imagem 2: fotografia de todos os homenageados. Eles estão em pé, perfilados lado a lado. Imagem 3: fotografia das medalhas.
 
Emanuelle Caroline Candido da Costa (estagiária)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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