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Leitura que Transforma: Poder Judiciário de MT recebe livros doados pela igreja Assembleia de Deus

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Membros do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário de Mato Grosso e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), liderada pelo desembargador Orlando Perri, receberam da Igreja Assembleia de Deus 30 caixas com mais de 500 livros que foram arrecadados através de doações dos fiéis para a ‘Campanha Leitura que Transforma’.
 
“É uma entrega importantíssima que vai ajudar na nossa campanha voltada para o sistema prisional. A Assembleia de Deus, depois da visita desembargador Orlando Perri, explicando sobre o objetivo da ‘Campanha Leitura que Transforma’, mobilizou os líderes para arrecadação desses livros que estamos levando para o GMF, cerca de 550 livros para somar com outras doações que já estão no Tribunal de Justiça. Vamos entregar na Secretaria de Estado de Segurança Pública para ser encaminhadas para as unidades prisionais abastecer as bibliotecas. A igreja é uma importante parceira que veio somar com o nosso trabalho de ressocialização”, declarou o gestor administrativo do GMF Lusanil Cruz.
 
A ação de parceria da Assembleia de Deus, organizada pelos pastores líderes religiosos, ao longo de 20 dias, resultou na arrecadação de livros de diversas áreas: educação do ensino médio, religiosos, Direito, além de revistas científicas.
 
O presidente do Conselho de Educação e Cultura da Assembleia de Deus, Valmir Nascimento, acredita na proposta do projeto realizado pelo GMF que utiliza a leitura como ferramenta para mudar a realidade das pessoas privadas de liberdade em presídios e unidades socioeducativas de Mato Grosso.
 
“A campanha de arrecadação foi um sucesso, nós reputamos como uma ação essencial, como forma de trabalhar a cultura, reconhecimento e a ressocialização dos encarcerados. Este resultado foi gerado com apoio dos nossos pastores e membros que ao longo de duas semanas trabalharam intensamente para juntar essa quantidade de livros que vai ser importante para este excelente trabalho realizado pelo Tribunal de Justiça. O projeto é sensacional, tem uma grande importância, por isso somos parceiros do judiciário. A igreja acredita que a entrega de livros vai agregar conhecimento intelectual, psicológico e emocional dessas pessoas, vai ser uma benção contribuir para melhoria desses seres humanos”, explicou o representante da Assembleia de Deus.
 
A ‘Campanha Leitura que Transforma’ tem como meta arrecadar 2 mil livros que serão destinados para as bibliotecas já existentes, além da criação de novos espaços de leitura nas unidades socioeducativas do Estado, localizadas nos municípios de Barra do Garças, Cáceres, Cuiabá, Lucas do Rio Verde e Sinop.
 
Os interessados em participar da campanha podem realizar a sua doação de livros até o dia 05 de agosto, em oito municípios de Mato Grosso, veja os pontos de coleta:
 
Barra do Garças – Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) Masculino
Rua Germano Bezerra, s/n.º – Bairro Santo Antônio
Telefone: (66) 3401-5906
E-mail: crsbg@sejudh.mt.gov.br
 
 
Cáceres – Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) Masculino
Rua das Margaridas, s/n, Bairro Jardim Padre Paulo
Telefone: (65) 3222-2907
E-mail: crscaceres@sejudh.mt.gov.br
 
 
Cuiabá – CASE de Internação Masculino – Complexo Pomeri
Av. Dante Martins de Oliveira, s/nº, bairro Planalto
Telefone: (65) 3648-3221/ 3648-3201
E-mail: gim@sejudh.mt.gov.br
 
 
Cuiabá – CASE de Internação Provisória Masculino – Complexo Pomeri
Av. Dante Martins de Oliveira, s/nº
Telefone: (65) 3648-3200/ 3648-3230
E-mail: gipm@sejudh.mt.gov.br
 
 
Cuiabá – CASE de Internação Provisória e Internação Feminina
Av. Dante Martins de Oliveira, s/nº
Telefone: (65) 3644-3947
E-mail: geipif@sejudh.mt.gov.br
 
 
Lucas do Rio Verde – CASE Masculino
Avenida da Fé, quadra 37 – Tessele
Telefone: (65) 3549-0210
E-mail: caselrv@sejudh.mt.gov.br
 
 
Rondonópolis – CASE Masculino
Rua Leopoldina Pinho de Carvalho, s/n, Vila Aurora
Telefone: (66) 3422-6786
E-mail: casemasculinorondonopolis@sesp.mt.gov.br
 
 
Sinop – Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) Masculino
Avenida das Figueiras, n.º 1.398 – Centro Norte
Telefone: (66) 3531-7024
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: arte colorida. Na parte superior está escrito: Projeto Leitura que Transforma, colabore com a ressocialização doando livros. A ilustração mostra uma pessoa caminhado em direção a um livro com as páginas abertas. 
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Linguagem simples fortalece meios de comunicação da ALMT e aproxima cidadãos do Parlamento

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Traduzir termos técnicos, facilitar o acesso aos serviços públicos e garantir que a população compreenda seus direitos são alguns dos objetivos da linguagem simples. O tema foi discutido nesta quinta-feira (8), durante o 2º Circuito de Palestras de Linguagem Simples, promovido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, em Cuiabá. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) participou da programação com a apresentação de uma experiência da TV Assembleia voltada à compreensão dos assuntos do Parlamento.

Os jornalistas Priscila Almeida e Álvaro Molina apresentaram o projetoComo é que é?, desenvolvido para explicar expressões e conceitos do Legislativo em vídeos curtos, com linguagem acessível e adequada ao público das redes sociais. A iniciativa surgiu da necessidade de aproximar os temas parlamentares da população, especialmente daqueles que não estão familiarizados com os termos utilizados no dia a dia da Assembleia.

Priscila Almeida explicou que o desafio é abordar assuntos complexos de maneira mais direta, sem perder o sentido da informação. “A linguagem simples é, em teoria, a base do jornalismo. É pegar tudo o que está acontecendo no mundo e conseguir fazer com que as pessoas compreendam”, afirmou.

Segundo Álvaro Molina, o formato também favorece a interação com o público. A equipe percebeu o interesse dos cidadãos por meio de comentários, perguntas e pedidos de informações complementares sobre os conteúdos da Assembleia. Para o jornalista, uma comunicação acessível estimula a participação e deixa as pessoas mais à vontade para buscar informações.

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Foto: Helder Faria
Foto: Helder Faria

Comunicação que facilita o acesso aos direitos –A educadora e comunicadora Heloísa Fischer, referência nacional na área e fundadora da Comunica Simples, conduziu a palestra magna do evento. Ela destacou que a linguagem simples coloca o cidadão no centro da comunicação e contribui para que informações e serviços públicos sejam compreendidos por quem precisa utilizá-los.

Segundo ela, com a digitalização dos serviços, essa necessidade se torna ainda mais evidente. Muitas vezes, o cidadão precisa acessar sozinho um sistema ou interpretar uma orientação para dar andamento a uma solicitação. Se as informações não forem claras, o acesso ao serviço pode se tornar mais difícil. “Não adianta só digitalizar o material. A linguagem precisa estar adequada para que a pessoa consiga entender rapidamente o que tem que fazer”, explicou Heloísa.

A especialista também elogiou o trabalho desenvolvido em Mato Grosso, destacando o espaço que a linguagem simples vem conquistando na administração pública estadual. Para ela, a mudança vai além da escrita: envolve uma transformação cultural que considera as necessidades da população e a responsabilidade do poder público de se comunicar com clareza.

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Mais clareza, menos burocracia –A coordenadora do Escritório Central de Processos de Negócios da Seplag, Regina Godoy, ressaltou que a linguagem simples contribui tanto para melhorar o atendimento ao cidadão quanto para tornar os processos internos mais eficientes. O uso excessivo de termos técnicos e expressões burocráticas pode dificultar a compreensão de documentos, atrasar procedimentos e exigir que o usuário procure ajuda para interpretar informações que deveriam estar acessíveis.

Regina destacou que a comunicação clara ajuda as pessoas a identificar seus direitos, entender os requisitos para acessar serviços e evitar deslocamentos desnecessários aos órgãos públicos.

A programação da tarde também reuniu experiências de outros órgãos e instituições, com apresentações sobre a aplicação prática da linguagem simples no Judiciário e na administração pública. A participação da TV Assembleia reforçou a importância de iniciativas que tornam a informação pública mais compreensível e aproximam as instituições da sociedade.

Mais do que simplificar palavras, a proposta é garantir que a informação cumpra sua finalidade: ser compreendida e ajudar o cidadão a exercer seus direitos, acessar serviços e participar da vida pública.



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