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Judiciário de Rondonópolis irá premiar escolas vencedoras da gincana ‘Amigos do Meio Ambiente’

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Representantes das 15 escolas que se engajaram na gincana “Amigos do Meio Ambiente”, idealizada pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Rondonópolis, vão participar da premiação, prevista para ocorrer no dia 2 de agosto. Na oportunidade serão anunciadas as três primeiras colocadas que receberão equipamentos para as unidades de ensino. A solenidade será às 14h, no Tribunal do Júri da Comarca.
 
A gincana foi realizada durante a Semana Nacional do Meio Ambiente, em 5 de julho, e incluiu uma série de ações de Educação Ambiental levando conhecimento sobre os temas levantados pelas próprias escolas, tais como: Queimadas urbanas e suas consequências ao meio ambiente, Consumo consciente e descarte correto do lixo e Bioma Pantanal. Ao todo, mais de 10 mil alunos se envolveram com a ação.
 
A juíza-coordenadora do Juvam, Milene Aparecida Beltramini explicou que foram abordados com os alunos os 5R’s da Sustentabilidade: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. Ela avalia que ensinar os benefícios de não se jogar os materiais recicláveis na natureza pode mudar hábitos e ajudar as crianças a repensarem a relação com o meio ambiente.
 
“Crianças são levadas a pensar no impacto de suas ações no meio ambiente e aprendem que podem fazer opção por garrafas retornáveis, copos não descartáveis, reutilizar materiais, recursar copos descartáveis. Ou seja, pensar o meio ambiente dentro dos pilares dos 5 Rs. A gincana ajuda a criar essa condição lúdica entre os alunos e o prêmio é um incentivo para que eles prestem mais atenção ao que pode ser reciclado ou reduzido”, pontuou a magistrada.
 
Prêmios
 
As premiações são fruto da parceria com o comércio local. Para o primeiro lugar será entregue um notebook, para o segundo uma caixa de som profissional e, para o terceiro, uma caixa de som semiprofissional.
 
Além dos prêmios, as escolas premiadas ainda poderão participar de passeios para conhecer de perto o trabalho realizado pelo Juvam e outras unidades ligadas à proteção ambiental.
 
Mobilização
 
De acordo com a gestora administrativa do Juvam, Marcia Melotto, o anúncio dos vencedores será no dia do evento e a pesagem final dos materiais recolhidos durante a gincana será feita na próxima semana. Isso porque durante a ação de conscientização ambiental, os alunos se mobilizaram em recolher materiais recicláveis, sob a orientação da Cooperativa Nova Esperança, que trabalha com reciclagem.
 
Entre os materiais recolhidos estão papéis (papel branco, papelão, revistas, livros, jornais e embalagens), plásticos (garrafas pets, sacolas, sacos, embalagens plásticas em geral), alumínio (latas, fios, utensílios de alumínio em geral), óleo de cozinha usado, pilhas e baterias.
 
“Também foram desenvolvidos temas com os alunos como sistema de reciclagem e esclarecemos dúvidas comuns como: o que reciclar? Forma de separação, como encaminhar para as cooperativas, quais as cooperativas existentes em nosso município, normativas e sanções legais, danos causados aos seres vivos ocasionados pelo descarte inconsciente, conscientização individual e social”, explica a gestora.
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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