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Inscrições para Unemat pelo Sisu começam na próxima segunda-feira (22)

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) oferta 2.350 vagas para ingresso no período letivo 2024/2, em 59 cursos de graduação presenciais, para candidatos que realizaram o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) em 2023. A seleção é feita por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), do Ministério da Educação.

As inscrições devem ser feitas na plataforma do Sisu (clique aqui), entre os idas 22 e 25 de janeiro. O resultado da 1ª chamada será publicado no dia 30 de janeiro, no site https://acessounico.mec.gov.br/sisu.

Quem deseja participar da lista de espera para a 2ª chamada, assim como as subsequentes, também deve manifestar interesse pelo site do Sisu, entre os dias 30 de janeiro e 7 de fevereiro. A lista de espera será divulgada pela Unemat no dia 16 de fevereiro, no endereço vestibular.unemat.br/.

Matrícula online

Os aprovados para ingresso na Unemat devem encaminhar a documentação para matrícula de forma online, diretamente pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa/Unemat), entre os dias 1º e 7 de fevereiro.

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A Unemat oferta 60% das vagas para alunos oriundos de escolas públicas e 40% das vagas para ampla concorrência. Dentre as vagas reservadas para alunos da rede pública de ensino estão inseridas as cotas do Programa de Integração e Inclusão Étnico-Racial (Piier) para negros (pretos e pardos) e para indígenas, bem como as cotas para pessoas com deficiência (PCD).

O candidato que optar por concorrer às vagas reservadas a estudantes negros, estudantes com deficiência ou estudantes indígenas, obrigatoriamente, será submetido ao procedimento de verificação por Comissão designada para tal finalidade.

Confira abaixo quais são os cursos ofertados e os locais de oferta:

Administração: Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra.
Agronomia: Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra.
Arquitetura e Urbanismo: Barra do Bugres.
Ciência da Computação: Alto Araguaia, Barra do Bugres e Cáceres.
Ciências Biológicas: Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra.
Ciências Contábeis: Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra.
Ciências Econômicas: Sinop.
Direito: Alta Floresta, Barra do Bugres, Cáceres, Diamantino e Pontes e Lacerda.
Educação Física: Cáceres e Diamantino.
Enfermagem: Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra.
Engenharia Civil: Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra.
Engenharia de Produção Agroindustrial: Barra do Bugres.
Engenharia Elétrica: Sinop.
Engenharia Florestal: Alta Floresta.
Geografia: Cáceres e Sinop.
Gestão de Turismo (Tecnólogo): Nova Xavantina.
História: Cáceres.
Jornalismo: Tangará da Serra.
Letras: Alto Araguaia, Cáceres, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra.
Matemática: Barra do Bugres, Cáceres e Sinop.
Medicina: Cáceres.
Pedagogia: Cáceres, Juara e Sinop.
Sistemas de Informação: Sinop.
Tecnologia de Alimentos: Barra do Bugres.
Zootecnia: Pontes e Lacerda.

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Clique aqui para acessar o edital completo, com informações sobre cursos, vagas, cronograma de inscrição, seleção e matrícula.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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