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InovaJusMT: novo portal do Laboratório de Inovação traz novidades

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O Laboratório de Inovação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (InovaJusMT), coordenado pela juíza Viviane Brito Rebello (https://inovacao.tjmt.jus.br/), já está no ar, desde esta segunda-feira (18 de julho).
 
O novo canal de comunicação reúne informações sobre o Laboratório de Inovação, Inteligência e ODS (LIODS), programa que une o conhecimento institucional à inovação e a cooperação, nesse espaço horizontal de diálogo e articulação de políticas públicas, ligado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
O InovaJusMT nasceu da unificação do LIODS com o Núcleo de Inovação, onde o Poder Judiciário já vinha desenvolvendo projetos e ideias com a finalidade da promoção da cultura da inovação. O laboratório visa desenvolver e estimular práticas que promovam a excelência do serviço judicial, processual ou administrativo, para propiciar melhor atendimento ao cidadão.
 
Dessa forma, o InovaJusMT tem por finalidade ser um espaço criativo e colaborativo para o desenvolvimento e aplicação de novas ideias, novos produtos, tecnologias e processos que gerem diferencial, valor à justiça e integração da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), para sustentabilidade do planeta e desenvolvimento da sociedade, promovendo a mudança de cultura organizacional.
 
Focar no usuário, na construção de soluções, colaboração em rede, acessibilidade, inclusão, desburocratização, aprimoramento e simplificação de tarefas, procedimentos ou processos de trabalho são alguns dos focos do Laboratório, para promover agilidade, otimização de recursos e ganho de eficiência na prestação de serviços.
 
“Nós queremos e precisamos construir soluções para problemas ou necessidades relacionadas às atividades do Poder Judiciário, incentivar a produção de pesquisas, abrir espaço para a participação cidadã na concepção de projetos inovadores para disseminar o conhecimento e incentivar o uso de métodos inovadores, ágeis e práticas colaborativas entre as unidades do Poder Judiciário de Mato Grosso”, destacou a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas.
 
Os servidores, servidoras, magistrados e magistradas poderão acessar o novo portal, enviar sugestões, conhecer o trabalho realizado pelo InovaJusMT, navegar pela extensa biblioteca digital, acompanhar as novidades, acessar as notícias, vídeos e até verificar o espaço físico em visita virtual em uma experiência em 360º.
 
Trata-se de um espaço para promover e receber ideias de toda natureza. Portanto, todos(as) podem enviar sugestões de melhorias pelo e-mail ‘inovacao@tjmt.jus.br’ ou no próprio portal, na opção ‘Fale Conosco’.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto1: Captura de tela do portal InovaJusMT. No topo está escrito: Vamos juntos pensar em novas soluções para o Judiciário. A próxima inovação da Justiça pode vir de você, frases ao lado da imagem de uma mulher sorrindo em volta dela a arte de uma lâmpada acessa. Na capa também estão informações como Vídeos, boas práticas do CNJ, LIODS, Biblioteca, notícias, entre outros. Foto 2: Arte do Laboratório de Inovação com escrita nas cores azul claro e azul escuro em fundo branco.
 
 
Josiane Dalmagro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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