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Indea passa por auditoria que avaliará o serviço veterinário oficial

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O Indea/MT terá a eficiência de seu serviço veterinário oficial avaliada, pelos auditores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), entre esta quinta-feira (03) e 18 de novembro. A auditoria vai acompanhar as ações e propostas do Indea apontadas na última inspeção realizada pelo Ministério, em maio de 2021.

Desde então, a autarquia tem recebido investimentos do Governo do Estado para melhorar o seu desempenho perante ao Mapa. Dentre eles, a nova sede central, aquisição de veículos, realização de concurso público, treinamento, capacitações e um maior orçamento para o ano de 2023.

“O Indea/MT conseguiu, por meio da gestão Mauro Mendes, melhorar as suas notas, se comparadas às dos últimos anos, inclusive com a campanha de vacinação contra a febre aftosa, que pode ser a última realizada em Mato Grosso, após 26 anos sem casos da doença no Estado”, explicou a presidente do Indea, Emanuele Almeida.

O diretor técnico do Indea, Renan Tomazele, comentou que a auditoria do Mapa ocorre em todo país e, no caso de Mato Grosso, deve ser avaliada sua administração central e de outros cinco municípios do interior.

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“Eles vão avaliar também a evolução do Plano Estadual para a retirada da vacina contra a febre aftosa, além de medir a eficiência e a qualidade do serviço veterinário oficial de Mato Grosso”.

Fonte: GOV MT

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CCJR derruba veto ao projeto de Diego Guimarães que proíbe Energisa de protestar contas de luz antes de 90 dias

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) derrubou, nesta terça-feira (20), o veto integral do Governo do Estado ao Projeto de Lei 67/2025 , de autoria do deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos). A proposta impede que a Energisa encaminhe contas de energia em atraso para protesto em cartório antes de 90 dias de inadimplência.

A sessão foi presidida pelo próprio autor da proposta. Com o apoio dos deputados Julio Campos (União Brasil) e Chico Guarnieri (PSDB), a comissão formou maioria pela rejeição do veto, contrariando o parecer do deputado Dilmar Dal Bosco (União), favorável à manutenção da decisão do Executivo.

Durante a discussão, Diego Guimarães argumentou que o protesto antecipado impõe custos desproporcionais aos consumidores, que precisam arcar não apenas com a dívida, os juros e as multas, mas também com as taxas cartoriais para regularizar a situação.

“Um dos maiores problemas que temos enfrentado com o consumidor mato-grossense é a questão desses protestos em tempos exíguos que estão acontecendo com a concessionária de energia elétrica. O cidadão deve 150 ou 200 reais, não fica nem 30 dias devendo e, quando vai atrás, já está com o nome protestado”, afirmou o deputado.

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O parlamentar ressaltou que a proposta não impede a concessionária de utilizar outros mecanismos legais de cobrança, como a negativação nos órgãos de proteção ao crédito e a suspensão do fornecimento de energia, conforme as regras aplicáveis.

O Governo do Estado havia vetado integralmente o projeto sob a justificativa de inconstitucionalidade, alegando que a matéria interferiria nas regras de concessão do serviço de energia elétrica. Diego rebateu o argumento e defendeu a competência da Assembleia Legislativa para tratar da proteção dos consumidores.

“Respeitando o veto que foi exarado, não estamos legislando sobre concessão, estamos legislando sobre direito do consumidor. E é competência, sim, dessa Assembleia Legislativa legislar sobre o direito do consumidor”, argumentou.

Com a decisão da CCJR, o veto segue para apreciação do plenário da Assembleia Legislativa. A derrubada definitiva depende da confirmação da maioria dos deputados estaduais, etapa necessária para que o projeto avance e estabeleça o prazo mínimo de 90 dias para o protesto de contas de energia em Mato Grosso.



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