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Governo de Mato Grosso lamenta falecimento do ex-deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha

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O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do médico e ex-deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha, nesta quinta-feira (20.01), aos 72 anos de idade, por complicações da Covid-19. Tampinha foi internado no sábado (15.01) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em São Paulo, onde morreu.

O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes desejaram condolências a toda família e amigos. “A dor e o sofrimento pela perda de um ente querido é imensurável. Que Deus conceda a força necessária nesse momento para toda a família”, lamentou o casal.

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, destacou o trabalho profissional e a carreira política da Tampinha. “Foi um médico dedicado e atencioso com seus pacientes, profissional que vai deixar um legado para as futuras gerações. Como político, buscou melhorar a saúde para os mato-grossenses. Sempre paciente e educado, vai deixar saudades. Rezo para que Deus conforte os corações dos familiares e amigos”, disse.

Tampinha iniciou a carreira política em 1986, quando foi nomeado secretário de Saúde de Mato Grosso e permaneceu no cargo até 1987. Foi eleito vereador por Cuiabá em 1988 e deputado federal em 1990. Concorreu novamente à Câmara em 1994 e à Assembleia Legislativa em 2002, mas não teve êxito.

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Em 2014, voltou a disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PDT, chegando a ser primeiro suplente. Entre 20 de janeiro a 22 de dezembro de 2016, exerceu o mandato de deputado federal, ocupando a vaga de Ezequiel Fonseca, e permaneceu no cargo até 22 de dezembro de 2016.

A família aguarda os trâmites burocráticos para trazer o corpo do ex-parlamentar de volta a Cuiabá, onde será enterrado.

Fonte: GOV MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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