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Governo de Mato Grosso investe R$ 30 milhões em cursos de nível superior para estudantes e servidores da Educação

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O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), lança nesta sexta-feira (20.01) às 08h30, no auditório da Seduc-MT, o programa Pacto Educativo.

A iniciativa visa fornecer bolsas de estudos integrais para estudantes hipossuficientes em situação de vulnerabilidade social egressos da Rede Pública Estadual em cursos de ensinos técnicos profissionalizantes e de graduações, em formações específicas na modalidade de educação presencial nos campi da União das Faculdades Católicas de Mato Grosso (UNIFACC).

Os cursos de graduação serão oferecidos nos campi de Cuiabá e Várzea Grande nas áreas de Licenciatura em Pedagogia, e bacharelado em Direito, Administração, Educação Física, Enfermagem, Biomedicina, Psicologia e Ciências Contábeis. A lista inclui, ainda, Barra do Garças, que vai receber os cursos de pós-graduação. Já os 12 cursos técnicos serão distribuídos nos campi de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop e Cáceres.

Também visa conceder bolsas de estudos integrais em pós-graduação lato sensu específica para o curso de Gestão Escolar aos professores e servidores públicos efetivos da Educação Básica Estadual, para que deem suporte ao gerenciamento das escolas visando a obtenção de serviços que gerem impacto nos resultados e indicadores educacionais.

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O Pacto Educativo terá duração de quatro anos e investimento superior a R$ 30 milhões.

Serviço: Lançamento do Projeto Pacto Educativo

Quando: Sexta-feira (20.01)

Horário: Às 08h30

Onde: Auditório da Seduc-MT, no Centro Político Administrativo

Contatos: Rui Matos (65) 99671-9375 / Mailson Prado (65) 99334-3746

Fonte: GOV MT

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

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Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

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O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.



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