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Gestão eleita do Tribunal conversa com magistrados e magistradas sobre metas do biênio 23/24

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A gestão eleita do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para o biênio 2023/2024 teve a oportunidade de dialogar com juízas e juízes de todas as comarcas sobre as ações previstas para os próximos dois anos. A conversa ocorreu durante o Encontro da Magistratura de Mato Grosso, realizado nesta quarta-feira (7 de dezembro), no Plenário 1 do Tribunal de Justiça, em Cuiabá.
 
Eleita presidente, a desembargadora Clarice Claudino anunciou uma grande transformação no setor de Recursos Humanos e ampliação da Justiça Restaurativa como metas para a próxima gestão. A desembargadora revelou que o TJMT vem fazendo contatos com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para elaboração de projeto que quer colocar o Judiciário de Mato Grosso como uma “antena nacional” com selo de reconhecimento da Unesco quanto à Justiça Restaurativa.
 
Para tanto, pediu o apoio de todos e todas que estão na magistratura para viveram a experiência dos Círculos de Construção de Paz e serem agentes de pacificação social. A presidente eleita destacou que magistrados (as) devem ser incentivados na carreira e, nesse sentido, falou sobre a transformação das Câmaras e Turmas temporárias em definitivas de forma a prestigiar a carreira da magistratura. O objetivo é trazer “movimento e alimentar a esperança de sucesso na carreira dos magistrados e das magistradas”.
 
“Já tinha essa impressão, mas vi uma ressonância muito forte quando a gente fala de cuidado com as pessoas, de preocupação com a saúde e o bem-estar dessas pessoas. Não é olhar somente para o lado profissional que é cobrado com número de produtividade, mas nos preocuparmos, realmente, com a qualidade de vida de cada um. O principal é trabalhar feliz, esse é um ponto que percebo de maneira muito clara que vale a pena ser robustecido”, finalizou.
 
Na ocasião foram apresentados os futuros juízes auxiliares da Presidência, Viviane Brito Rebello, Tulio Duailibi Alves Souza e Agamenon Alcântara Moreno Júnior. A próxima diretora-geral será Euzeni Paiva de Paula e vice Claudenice Deijany F. de Costa.
 
Corregedoria-Geral da Justiça – O desembargador Juvenal Pereira, eleito corregedor-geral da Justiça considerou gratificante a oportunidade de falar com magistrados (as) e afirmou que o trabalho durante o próximo biênio será em conjunto. Ou seja, Presidência, Corregedoria e Vice-Presidência estão em diálogo na elaboração do plano estratégico tendo como foco cidadãs e cidadãos que chegam ao Judiciário em busca de soluções para suas demandas.
 
“A Corregedoria irá acompanhar o cumprimento das metas estabelecidas pelo CNJ e dará todo o suporte aos magistrados para que o Judiciário cumpra as metas com um único foco: a prestação jurisdicional de excelência, não valorizando somente a conquista dos selos, mas nossa maior satisfação será atingir a sociedade com os nossos serviços”.
 
Os juízes auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça também foram apresentados: juíza Christiane da Costa Marques Neves, Emerson Luis Pereira Cajango, Eduardo Calmon de Almeida Cezar e Lídio Modesto da Silva Filho
 
Vice-Presidência – Com 38 anos de magistratura, a desembargadora Maria Erotides Kneip afirmou que irá ajudar a implementar melhorias quanto aos dados de distribuição de ações no Judiciário de Mato Grosso. Contou que está se reunindo com a equipe, incluindo futuros os juízes auxiliares da Vice-Presidência serão Paulo Márcio Soares de Carvalho e Gerardo Humberto Alves da Silva. O objetivo é elaborar o planejamento estratégico, sobre o qual pediu sugestões aos magistrados (as).
 
“O que a magistratura de Mato Grosso quer da Vice-Presidência faça para que tenhamos recurso de admissibilidade analisado na mesma semana em que entrou? O que a magistratura quer que a gente faça para seja possível a conquista do Selo Diamante do CNJ? O que a magistratura quer que a gente faça para que os objetivos da Presidência e da Corregedoria sejam concretizados?”, questionou a desembargadora.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição – Imagem 1: Foto colorida onde a presidente eleita aparece ao lado dos juízes e juíza que farão parte da equipe da Presidência.
Imagem 2: Foto colorida do corregedor-geral da Justiça eleito os juízes auxiliares estão ao seu lado.
Imagem 3: Foto colorida da vice-presidente eleita ao lado dos juízes auxiliares. Todos estão em pé e posam para a foto.
 
Andhressa Barboza/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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