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Fórum da Capital homenageia turma de aposentados e aposentadas com ato humanizado

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A Diretoria do Fórum da Capital realizou, durante a tarde de segunda-feira (24 de outubro), um encontro do projeto ‘Aposentadoria Humanizada’ para homenagear servidores e servidoras que encerraram, entre setembro de 2019 e julho deste ano, a jornada de trabalho no Judiciário mato-grossense.
 
Um grupo formado por 10 aposentados e aposentadas foi recepcionado no auditório do Fórum para receber o ato e a carteira de identificação da aposentadoria. Edna de Souza Neves aposentou em setembro de 2021 depois de 35 anos de serviços na Justiça estadual. Ela se diz gratificada pelo tempo e pelo que aprendeu.
 
A servidora nos últimos anos estava lotada no Juizado da Infância e Juventude, e fez questão de dizer da satisfação em ter trabalhado na unidade. “Aprendi muito, inclusive o valor da humildade. A gente se doa, se envolve e procura fazer o melhor, sempre, para que o jurisdicionado seja atendido com qualidade, com dedicação, diante de tantas realidades”, destacou Edna Neves.
 
Natural de Ituiutaba, cidade do Triângulo Mineiro, Edna está se organizado para retornar ao convívio dos familiares. E enquanto não muda de cidade, pretende continuar participando das ações voluntárias promovidas pela Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Cuiabá, ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade. No último fim de semana participou de um sopão. “São movimentos em benefício de outros que estão precisando”, sublinhou.
 
Para o juiz-diretor da unidade judicial, Lídio Modesto da Silva Filho, o projeto “Aposentadoria Humanizada”, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça, por meio da Coordenadoria de Recursos humanos (CRH), é uma forma de agradecer e de parabenizar homens e mulheres que prestaram serviços de qualidade ao Judiciário.
 
O magistrado assegurou que encara a homenagem a esses servidores e servidoras com alegria, porque cumpriram o dever. Lídio Modesto disse ainda que teve a satisfação de trabalhar com alguns dos que se aposentaram quando era servidor e depois quando entrou na carreira da magistratura. “E hoje, como diretor do Fórum, venho entregar a esses senhores e senhoras a carteira e o ato de aposentadoria. Isso é maravilhoso. Isso fantástico, porque tenho a oportunidade de agradecer a dedicação de todos e todas”, finalizou o magistrado.
 
Os aposentados e aposentadas também participaram de uma palestra com Kátia Arruda, especialista em desenvolvimento humano e gestão de pessoas.
 
#ParaTodosVerem: esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Descrição das imagens. Foto 1 – imagem em formato horizontal colorida: aposentados e aposentadas com o juiz e servidoras do Fórum. Foto 2 – imagem em formato horizontal colorida: juiz fala para turma de aposentados e aposentadas. Foto 3 – imagem em formato horizontal colorida: Edna recebe carteira e ato de aposentadoria da gestora-geral do Fórum, Elcy Furquim. Foto 4 – imagem em formato horizontal colorida: palestrante Kátia Arruda.
 
Álvaro Marinho/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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