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Forças de segurança apreendem 757 tabletes de droga e causam prejuízo de R$ 16,6 milhões às facções criminosas

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As forças de segurança de Mato Grosso apreenderam 757 tabletes de pasta base e cloridrato de cocaína que estavam escondidos em um caminhão frigorífico, no Distrito de Caramujo, em Cáceres (a 220 km de Cuiabá), nesta terça-feira (28.1). Somando a apreensão do veículo e do entorpecente, o prejuízo às facções criminosas é de R$ 16,6 milhões.

Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) realizavam patrulhamento pela BR-070 quando visualizaram um caminhão com a placa traseira com indícios de adulteração.

Diante disso, os policiais fizeram a abordagem e busca veicular, identificando adulteração no lacre da mercadoria transportada no veículo.

Para localizar a droga, os policiais utilizaram a cadela Haika, do Canil Gefron, que indicou a presença da droga na câmara frigorífica do caminhão.

No compartimento, os policiais localizaram diversos fardos aparentando ser substância análoga a pasta base e cloridrato de cocaína, totalizando 757 tabletes de droga, sendo 527 de pasta base de cocaína e 230 de cloridrato de cocaína.

Diante dos fatos, o suspeito e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Cáceres para as devidas providências.

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A ação faz parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, e contou com o Canil do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Força Tática, 6º Comando Regional de Cáceres, 12° Comando Regional de Pontes e Lacerda, Polícia Federal e alunos do 24° Curso de Operações de Inteligência/PMGO.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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